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Tecnologia permitiu a Policia desvendar caso de mototaxista assassinado em Manaus

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Peritos do Instituto de Criminalística realizam exame no projétil retirado do corpo do mototaxista Lúcio Alves Barros, conhecido como “Coroa”,  morto com dois tiros, e comparam com a deflagrada da arma periciada. O resultado foi positivo.  Com o trabalho, foram identificados os assassinos,  José Adailson Rodrigues de Freitas, o “Ceará”, que é traficante , e Cristiano das Chagas de Oliveira, conhecido como “Loirão”. Com eles foi apreendida uma submetralhadora 9 mm, usada no homicídio.

 
O caso


Lucio Alves Barros, conhecido como “Coroa”, foi morto por volta das 21h30, na rua Beira Rio, bairro Jorge Teixeira, 4ª etapa, com dois tiros. De acordo com testemunhas, dois homens perseguiram e mataram Coroa , em via pública. Ele era ex-Policial Militar e permaneceu na instituição por dois anos, antes de atuar como mototaxista. Coroa não era envolvido diretamente com o tráfico de drogas, mas transportava traficantes da área o que, de acordo com a Polícia, pode ter motivado os suspeitos a cometerem o crime.


O trabalho  de captação de dados pelos peritos e investigadores da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), que levou em conta as características dos suspeitos, resultou na prisão de José Adailson Rodrigues de Freitas, o “Ceará”, que é traficante da comunidade Rio do Sol e Cristiano das Chagas de Oliveira, conhecido como “Loirão”. Com eles foi apreendida uma submetralhadora 9 mm, usada no homicídio, em apenas dois dias após o crime.

 Os dois suspeitos negavam a autoria, mas o trabalho dos peritos Ladislau Brito, Wanderlei Pires e Jefferson Mendes do Instituto de Criminalística comprovaram o fato, por meio do exame de comparação balística.


Comparação Balística


A Polícia Civil do estado do Amazonas está investindo em novos métodos de investigação, a perícia é o setor fundamental para que os detalhes da cena do crime não passem despercebidos e a materialidade colhida sirva de provas no tribunal do júri.  O trabalho, para ser bem sucedido, precisa de uma interação com ação conjunta entre a DEHS, com as investigações, o Instituto Médico Legal (IML), que colheu os projéteis da vítima, e o IC com a perícia.


A arma é uma prova pericial, a submetralhadora da marca Taurus, modelo MT-12, de numeração

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