Manaus/AM - O governador Wilson Lima falou sobre a chegada da Força Nacional ao Amazonas nesta quarta-feira (9), e ressaltou que apenas 40 integrantes do efetivo, já estão em Manaus, outros 104 devem chegar na quinta-feira (10).
Lima afirmou que há uma previsão de que os agentes fiquem no estado por 30 dias e disse que uma reunião será realizada na tarde desta quarta para definir onde e de que forma a Força Nacional vai atuar de forma conjunta com as forças policiais do Amazonas.
O governador destacou que os ataques da facção Comando Vermelho foram um evento “excepcional”, no estado e que por isso, foi solicitado o reforço dos militares. Além de atuar diretamente contra o crime organizado e os ataques do CV, as tropas devem atuar também nos presídios.
O coronel Américo Gaia, que comanda as equipes Força Nacional que estão em Manaus falou sobre a onda de ataques e destacou que a ação ocorreu de forma incomum ao padrão da facção, já executado em outros estados:
“O Amazonas passa por uma situação ou problema inusitado, inclusive do modo como foram feitos os ataques, fogem um pouco do padrão como se tem assistido e visto por aí pelo Brasil. Hoje à tarde faremos um planejamento para ver uma forma de melhor atender a população amazonense”, explicou Gaia.
Vídeo: Criminosos atacam delegacia a tiros em Manaus
Agência do Bradesco no Planalto também é incendiada em ataques em Manaus
Governador do Amazonas solicita Força Nacional para conter ondas de ataques
Carro de tenente da PM é incendiado no pátio de casa em Manaus
Wilson Lima diz que SSP não identificou de onde partiu ordem para ataques
CV ataca comitê do Capitão Carpê em Manaus e deixa recado ousado
29 pessoas já foram presas por envolvimento em ataques em Manaus
Semsa suspende vacinação nesta segunda em Manaus em meio à onda de ataques
Chefe do tráfico é preso acusado de ordenar ataques na zona Leste de Manaus
Ônibus voltam a circular com 30% da frota nesta segunda em Manaus
Ônibus vão circular até 19h nesta segunda em Manaus; Saiba quais
Manaus recebe policiais da PRF de Roraima e Rio de Janeiro após onda de ataques


