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Homem que matou pai leva quatro tiros e morre



Três tiros nas costas e um quarto disparo de misericórdia a queima-roupa na cabeça, acabaram com a vida e a carreira criminosa do ex-presidiário  Wallace Nascimento Rodrigues, de 22 anos, vulgo “Capeta”. Ele foi perseguido por três homens desconhecidos e foi atingido com os tiros quando subiu na lage de uma residência da rua Novo Horizonte, no bairro Mauazinho (Zona Leste) na tarde desta quarta-feira. Wallace estava preso na Cadeia Pública Vidal Pessoa, por haver assassinado o próprio pai, marceneiro Rivaldo Rodrigues, 53, logo no começo do mês de outubro do ano passado, quando entrou em casa, drogado, e por muito pouco não praticou uma chacina, matando também a mãe, Doranei Rodrigues, 50 e dois irmãos.

Depois de ser baleado o ex-presidiário ainda foi levado para o SPA do Mauazinho, onde morreu logo que deu entrada na sala de atendimento de urgência. O cadáver do bandido foi removido do local pelos funcionários do Instituto Médico Legal que ficaram surpresos, quando pediram que alguns parentes do ex-presidiários providenciassem documentos dele e levassem até a sede do órgão na Cidade Nova, para ser feita a liberação, mas toda a família disse que Wallace podia apodrecer na gaveta do IML que ninguém se importaria com seus restos mortais. Moradores da rua onde o ex-presidiário foi baleado, confirmaram que ele sempre foi altamente perigoso, participava de assaltos, tráfico de drogas, foi acusado de envolvimento de homicídios ocorridos no bairro e não teve piedade nem de seu próprio pai, matando-o a facadas.

Sobre o episódio que resultou na morte de Wallace Rodrigues, a Polícia só descobriu com a ajuda de   testemunhas  que eram três homens desconhecidos e que o grupo fugiu do local logo depois de conseguir balear Wallace. Um carro que ninguém anotou a placa ou soube dizer a marca, foi usado na fuga dos assassinos. Como o ex-presidiário saiu recentemente da cadeia e vinha praticando crimes, inclusive o tráfico de drogas, sua morte pode estar ligada a este “rosário” de atos ilícitos, em que acabou sendo alvo de um acerto de contas ou no mínimo uma vingança de inimigos que ele tinha com toda certeza, dentro da vida fora da lei que levava, comentou o investigador Marcus Vinícius, da equipe de plantão da Delegacia de Homicídios. 

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