Manaus/AM - A falsa percepção de que as doenças preveníveis não representam mais ameaça, a ampla mobilidade em um mundo conectado e o volume massivo de notícias falsas estão entre os fatores responsáveis pela baixa cobertura vacinal contra poliomielite em Manaus. Esses fatos foram discutidos na conferência virtual Diálogos da APS, pelo médico Wagner de Souza e pela enfermeira Eliane Fernandes, que atuam na Gerência de Vigilância Epidemiológica da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) e por Diana Felício, enfermeira da Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas (FVS-AM).
A cobertura vacinal contra a poliomielite, conhecida como paralisia infantil, está em 75% na capital, abaixo da meta de 95% estabelecida pelo Ministério da Saúde para a população com menos de 5 anos de idade.
Serviço
A Semsa disponibiliza a vacina contra a poliomielite em 171 unidades salas de vacinação que podem ser conferidas no link bit.ly/salasdevacinamanaus. Algumas unidades funcionam em regime de horário estendido até 19h e 21h.
As primeiras doses da vacina são injetáveis (VIP) e devem ser administradas aos dois meses, aos quatro meses e aos seis meses de vida. Ao completar 15 meses e aos 4 anos, a criança deve receber as doses de reforço, feitas com a gotinha (VOP). A população na faixa etária de 1 ano a menor de 5 anos de idade (4 anos, 11 meses e 29 dias) deve receber, de forma adicional, às doses de reforço durante as campanhas nacionais de vacinação.


