Manaus/AM - O monitoramento das armadilhas (ovitrampas) para o Aedes aegypt, nos bairros da zona Oeste tem o objetivo de avaliar a eficácia dos larvicidas e inseticidas usados para eliminar o mosquito.
Os agentes de endemias da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) realizaram a troca das palhetas instaladas em vasos contendo produtos químicos, que funcionam como local para oviposição (desova) dos ovos das fêmeas do Aedes aegypti.
A programação de hoje contemplou os bairros da zona Oeste de Manaus, onde os agentes fizeram a contagem dos ovos das fêmeas do mosquito. Esses dados serão enviados ao Ministério da Saúde, que após a conferência e análise das informações, saberá se os larvicidas e inseticidas fornecidos à capital estão sendo eficientes ou se devem ser substituídos por outros produtos.
A instalação das ovitrampas contempla os 63 bairros de Manaus, com distância de 300 metros de uma armadilha para outra. Essa organização permitirá a visualização dos dados em mapas, possibilitando a identificação das áreas mais infestadas na cidade. “Essas informações permitem que nossas estratégias de combate ao mosquito resultem no controle do Aedes aegypti”, ressalta a secretária titular da Semsa, Shádia Fraxe.



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