Início Manaus Brasil já é o terceiro no mundo no mercado de biocosméticos
Manaus

Brasil já é o terceiro no mundo no mercado de biocosméticos

Em sua apresentação no painel “A Pesquisa e a Inovação como Fator de Competitividade no Mercado Mundial de Biocosméticos” do Encontro de Bionegócios Amazonas-França, o diretor de Ciência, Tecnologia e Inovação da Natura, Victor Fernandes, ressaltou o potencial do mercado brasileiro de cosméticos, que já é o terceiro no mundo e continua a crescer. O evento foi promovido pelo Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação, Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado Amazonas e Embaixada da França no Brasil.

“A gente tem como objetivo chegar a 30% das nossas matérias-primas oriundas da Amazônia e isso é basicamente sociobiodiversidade”, disse Fernandes, sobre o Programa Amazônia, que é focado no uso sustentável da sociobiodiversidade amazônica.

Segundo Fernandes, “inovação não é uma ciência ou o aprofundamento de algo que poucos conhecem ou criar algo que ninguém conhece: inovação são novas conexões, então, muitas vezes, ele (o empreendedor) tem que procurar outros parceiros, outras possibilidades, outros caminhos para expandir as conexões que ele já tem”.

Aposta na Amazônia – Para o sucesso do Programa Amazônia, Fernandes conta que a empresa está investindo bastante em cadeias produtivas locais, “em inovação feita na região, com a região, para a região e em cima de artigos da região. Isso é parte já integrante do nosso negócio que queremos expandir”, afirma Fernandes.

Investimentos em pesquisas também estão sendo feitos e a empresa estrategicamente busca colocar um número significativo de pesquisadores que atuam na Amazônia, trabalhando em rede com a Natura. Além dos pesquisadores, estão aumentando o número de famílias da região nesses negócios.

“A gente acredita nisso como um potencial enorme de negócio para diferenciar a Natura, e estamos agindo para isso, acho que essa é parte de quem somos hoje”, acrescentou.

Além de Fernandes, participaram empresários e investidores do ramo de bionegócios, gestores de ciência, tecnologia e inovação de instituições do Estado e da França, além de pesquisadores e estudantes de biotecnologia.

Siga-nos no

Google News
Quer receber todo final de noite um resumo das notícias do dia?