Manaus/AM - Com faixas e cartazes registrando os gritos pelos direitos, repúdios, socorros e outras necessidades enfrentadas pelo Brasil, uma multidão voltou as ruas de Manaus, nesta segunda-feira (5), na 28ª edição do Grito dos Excluídos, que tem como tema “Vida em primeiro lugar”, realizado pela Arquidiocese de Manaus.
Em alusão aos 200 anos de independência do Brasil, o manifesto veio este ano com o seguinte questionamento “Brasil, 200 anos de independência, para quem?”.
Após uma missa pelo Dia da Amazônia, celebrada no Centro de Convivência da Família Magdalena Arce Daou, pelo cardeal Leonardo Steiner, Arcebispo de Manaus e concelebrada pelos bispos auxiliares, dom José Albuquerque, dom Tadeu Canavarros e alguns padres, os agentes de pastorais, serviços e movimentos da Arquidiocese de Manaus.
Na celebração, Leonardo destacou o momento como um grito necessário, um grito por tantos irmãos e irmãs excluídos na sociedade.
A caminhada do Grito dos Excluídos e Excluídas seguiu por cinco quilômetros pela Avenida Brasil e no percurso, gritos pelas reinvindicações eram dados pelos participantes.
O vice-presidente da Cáritas Arquidiocesana de Manaus e assessor das Pastorais Sociais, padre Alcimar, ressaltou que os direitos adquiridos hoje, foram conquistados nas ruas. Por isso o Grito dos Excluídos e Excluídas vai as ruas há 28 anos.
A caminhada foi encerrada em frente ao Monumento da Ponte Rio Negro, com mais manifestações e exposição de cartazes.



