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Paris Hilton busca revelar novos lados de si mesma no documentário "Infinite Icon"

Por Reuters

26/01/2026 10h02 — em
Geral



Por Rollo Ross e Danielle Broadway

LOS ANGELES, 26 Jan (Reuters) - Paris Hilton é conhecida por ser uma socialite, estrela de reality show, modelo e, ocasionalmente, atriz. Agora, a norte-americana de 44 anos quer mostrar ao público que também pode ser musicista e ativista.

"Infinite Icon: Uma Memória Visual" chega aos cinemas nesta semana e acompanha Hilton enquanto ela grava seu álbum de electro-pop "Infinite Icon", de 2024, e se prepara para uma apresentação única no Hollywood Palladium.

Ela disse que quer mostrar um lado mais sério de si mesma do que a personalidade de loira extrovertida pela qual era conhecida quando ficou famosa no final dos anos 1990.

"No início, eu desenvolvi essa personalidade e reputação, acho que como uma armadura ou escudo", afirmou ela à Reuters em sua casa em Beverly Hills.

"Eu havia passado por tantos traumas em minha vida e, depois, consegui o primeiro reality show com 'The Simple Life' e, em seguida, interpretei aquele personagem continuamente -- sabe, eu não imaginava que teria de fazer isso por cinco temporadas seguidas -- e, então, o mundo inteiro passou a me conhecer dessa forma", acrescentou.

Embora Paris Hilton tenha dito que acredita que sua personalidade brincalhona sempre fará parte dela, agora ela quer mostrar um lado mais maduro.

Isso inclui sua campanha por uma maior supervisão federal dos programas de assistência aos jovens.

Hilton, bisneta do fundador da Hilton Hotels, Conrad Hilton, falou sobre os abusos emocionais e físicos que sofreu quando foi colocada em instalações residenciais de tratamento para jovens quando era adolescente. Ela também tem trabalhado com a congressista Alexandria Ocasio-Cortez para pressionar pela aprovação da lei "Defiance", que melhoraria os direitos das pessoas afetadas pela pornografia deep-fake.

"Eu sabia que tinha de me levantar e usar minha voz", disse ela, destacando como sua campanha contribuiu para 15 leis estaduais e dois projetos de lei federais.

O ativismo foi "o trabalho mais significativo de sua vida", acrescentou Paris Hilton.


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