O anúncio da medida para reduzir a chamada "depreciação acelerada" foi classificado como "meritório, necessário e muito bem-vindo" em nota assinada pelo presidente da Fiesp, Josué Gomes da Silva.
"Estamos certos de que o benefício da depreciação acelerada terá no Congresso a mesma compreensão sobre a importância estratégica dessa medida, conforme anunciado pelo governo do presidente Lula", informou o comunicado.
A federação ainda destacou que a ação deve facilitar o investimento na indústria, aumentando a produtividade do setor, e que não implica renúncia fiscal nem subsídio, mas apenas diferimento no tempo do IR e da CSLL.
Segundo Haddad, o incentivo pode variar de R$ 3 bilhões a R$ 15 bilhões no próximo ano. O ministro disse ontem que vai depender do alcance da medida e do que for aprovado pelo Congresso.

