O placar no julgamento do STF, nesta quinta-feira (8), sobre cultos e missas presenciais é de 7 a 2 contra a liberação.
Os ministros Edson Fachin, Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes, Luís Roberto Barroso, Rosa Weber, Carmen Lúcia e Lewandoski votaram pela proibição dos cultos. Já Nunes Marques e Dias Toffoli votaram a favor.
Em sua defesa, Nunes disse que "competência concorrente de municípios e estados na pandemia não significa "que podem fazer tudo", nem violar direitos fundamentais. Do contrário, para ele, seria configurada "anarquia".
Voto Gilmar
A sessão foi interrompida ontem (7) após voto de Gilmar Mendes. "Ainda que qualquer vocação íntima possa levar à escolha pessoal de entregar a vida pela sua religião, a Constituição Federal de 1988 não parece tutelar o direito fundamental à morte", declarou o ministro.
Caso
O tema foi levado ao plenário do Supremo Tribunal Federal após o ministro Nunes Marques determinar que eventos poderiam ser realizados, desde que seguindo restrições sanitárias.



