O radialista Braz Silva foi afastado da rádio Rio Mar por decisão do diretor superintendente da emissora, padre Charles Cunha da Silva. Braz foi detido pela Policia Federal, dentro dos estúdios da rádio, na noite de sexta-feira, depois que seu carro foi apreendido com 300 camisetas contendo frases contra a pedofilia. A apreensão ocorreu porque no mesmo carro, envelopado com propaganda do candidato ao governo, Alfredo Nascimento, havia vasto material de campanha do próprio Alfredo e do deputado Sabá Reis.
O padre negou a versão dada por Braz Silva à Polícia Federal, de que teria o seu aval para realizar campanha contra a pedofilia, ou que o arcebispo de Manaus tenha autorizado que ele agisse. "A igreja não autorizou e ele deve responder pelos seus atos, disse o sacerdote, que também considerou legitima a ação da justiça eleitoral e de policiais, que chegaram a arrombar um cadeado na entrada da emissora. "Foi explicado que era a justiça. O que não podíamos era abrir a nossa porta para qualquer um. Explicado isso, a ação foi legítima, disse o padre, acrescentando que Braz deixa de apresentar o programa "Fé e Esperança", exibido as noites na rádio.
Braz disse ontem que a campanha era da igreja católica, mas minutos depois, em depoimento à Polícia Federal, admitiu que a iniciativa da campanha era sua. Que pagou do próprio bolso por cerca de 500 camisas com frases contra a pedofilia, mas revelou também que tinha o apoio da igreja e de seu conselheiro espiritual, padre Charles Cunha. Procurado na manhã deste sábado pelo Blog do Holanda , o padre negou que o tenha aconselhado a fazer a campanha.
O padre Alcimar Araújo, coordenador da Pastoral Social, disse para o Blog do Holand a que existe uma campanha da igreja contra a pedofilia. "Embora estejamos combatendo esse tipo de delito, inclusive dentro da própria igreja, tivemos o cuidado de, neste momento eleitoral, evitar evitar vinculação . A igreja, segundo ele, não pode ser usada por politicos.
O padre negou a versão dada por Braz Silva à Polícia Federal, de que teria o seu aval para realizar campanha contra a pedofilia, ou que o arcebispo de Manaus tenha autorizado que ele agisse. "A igreja não autorizou e ele deve responder pelos seus atos, disse o sacerdote, que também considerou legitima a ação da justiça eleitoral e de policiais, que chegaram a arrombar um cadeado na entrada da emissora. "Foi explicado que era a justiça. O que não podíamos era abrir a nossa porta para qualquer um. Explicado isso, a ação foi legítima, disse o padre, acrescentando que Braz deixa de apresentar o programa "Fé e Esperança", exibido as noites na rádio.
Braz disse ontem que a campanha era da igreja católica, mas minutos depois, em depoimento à Polícia Federal, admitiu que a iniciativa da campanha era sua. Que pagou do próprio bolso por cerca de 500 camisas com frases contra a pedofilia, mas revelou também que tinha o apoio da igreja e de seu conselheiro espiritual, padre Charles Cunha. Procurado na manhã deste sábado pelo Blog do Holanda , o padre negou que o tenha aconselhado a fazer a campanha.
O padre Alcimar Araújo, coordenador da Pastoral Social, disse para o Blog do Holand a que existe uma campanha da igreja contra a pedofilia. "Embora estejamos combatendo esse tipo de delito, inclusive dentro da própria igreja, tivemos o cuidado de, neste momento eleitoral, evitar evitar vinculação . A igreja, segundo ele, não pode ser usada por politicos.

