O juiz Hugo Fernandes Levy, da 2ª Vara do Tribunal do Júri, voltou a intimar o empresário Leandro Guerreiro a prestar depoimento sobre o homicídio do policial civil Raylen Caldas Gomes, crime ocorrido em 2 de dezembro do ano passado dentro da loja Word Micro, no Boulevard Álvaro Maia. Leandro, sem justificativa, faltou as duas primeiras audiências. Agora, ele terá que comparecer ao Fórum Ministro Henoch Reis, dia 20, às 11h30.
A família do policial assassinado tem acusado a justiça de ser leniente com Leandro Guerreiro e defende que, caso falte a mais essa audiência, seja conduzido ao fórum por força policial.

De acordo com a mulher do policial assassinado, Maria do Socorro Gomes, Leandro Guerreiro escapou da prisão graças “a ordens superiores”, dadas ela diz não saber dizer por quem. "Ele também teve o pedido de prisão preventiva negado pelo juiz Hugo Levy, sem falar que ainda teve o privilégio de viajar ao exterior com autorização da Justiça",reclama Maria do Socorro.
A família do policial assassinado tem acusado a justiça de ser leniente com Leandro Guerreiro e defende que, caso falte a mais essa audiência, seja conduzido ao fórum por força policial.
De acordo com a mulher do policial assassinado, Maria do Socorro Gomes, Leandro Guerreiro escapou da prisão graças “a ordens superiores”, dadas ela diz não saber dizer por quem. "Ele também teve o pedido de prisão preventiva negado pelo juiz Hugo Levy, sem falar que ainda teve o privilégio de viajar ao exterior com autorização da Justiça",reclama Maria do Socorro.



Aviso