O Ministério Público Federal do Amazonas está avaliando os aditivos que elevaram o custo da ponte Rio Negro de R$ 500 mil para R$ 1 bilhão. O argumento é que pela lei de licitação, os aditivos têm limite de 25% do valor da obra. O procurador Tales Cardoso disse ao Jornal Nacional,da Rede Globo, que o MPF está verificando a legalidade dos aditivos. O MPF entra na investigação porque parte da obra tem financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Social - BNDES.
A China inaugurou este ano uma ponte de 37 quilômetros - a maior do mundo, e custou R$ 3,5 bilhões. A ponte sobre o rio Negro tem 3.600 metros e seu custo é de R$ 1,085 bilhão, podendo chegar a R$ 1,5 bilhão, por causa de "acessórios"que ainda faltam.
Cada quilômetro da chinesa custou R$ 98 milhões. A do Rio Negro, R$ 360 milhões.

