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CBA estimula fortalecimento de cadeias produtivas no Amazonas

Bioeconomia

CBA estimula fortalecimento de cadeias produtivas no Amazonas
CBA estimula fortalecimento de cadeias produtivas no Amazonas

Manaus/AM - O Centro de Biotecnologia da Amazônia (CBA) participou, nos dias 28, 29 e 30 de outubro, do 1º Seminário de Bioeconomia de Maués/AM. O objetivo do evento, que contou com palestras, oficinas e visitas técnicas, foi estimular a qualificação de pequenos negócios de produtores da cadeia do guaraná e de outros insumos de base florestal para atenderem e alcançarem mercados cada vez mais exigentes.

O papel do setor primário na economia e na sustentabilidade da região foi senso comum entre os especialistas convidados, que defendem um olhar estratégico para a bioeconomia. Participaram do seminário, além dos gestores do Sebrae-AM, Wanderléia Oliveira e Fábio Souza, o gestor do CBA, Fábio Calderaro, a pesquisadora Maria Katherine Oliveira, a palestrante da Rede Amazônica de Inovação (Rami) Jane Márcia, o professor do Instituto Federal do Amazonas (Ifam), Lizandro Manzato, o empresário Danniel Pinheiro, da Biozer, além de representantes de empresas e cooperativas da cidade de Maués.

Empreendedorismo

O gestor do CBA, Fábio Calderaro, foi um dos palestrantes e destacou a importância do empreendedorismo, gestão, tecnologia e inovação para o desenvolvimento sustentável da Amazônia. "Precisamos desenvolver o empreendedorismo biotecnológico e a organização de cadeias produtivas endógenas. Para tanto, precisamos qualificar, levar boas práticas e melhorar o ambiente de negócios local para que os produtores da região possam melhorar a produtividade e atingir mercados cada vez mais exigentes com produtos de qualidade e certificados”, disse.

Segundo Calderaro, os produtores rurais e extrativista da Amazônia enfrentam um ambiente de negócios extremamente hostil. Questões como o problema da falta de titularidade de terras, infraestrutura precária, transporte caro e limitado, energia de baixa qualidade, telecomunicações ineficientes, dificuldade para obtenção de licenciamento ambiental, capital humano pouco qualificado e falta de acesso ao crédito são óbices que deixam a região muito aquém em questões de competitividade. 
 

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