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Rui Machado: Uma Trajetória de Cores continua em exibição até julho

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Foto: Divulgação

Manaus/AM - Começou no dia 9 de maio a exposição "Rui Machado: uma trajetória de cores”, que conta um pouco da trajetória do artista plástico. A mostra acontece até o dia 19 de julho, nos horários de 8:30h às 11:30h  e de 13:30h às 16:30h no Museu Amazônico da Universidade Federal do Amazonas.

A exposição conta com objetos pessoais de Rui, como pinturas, esculturas, prêmios e medalhas. E ainda parte do acervo arqueológico e etnográfico indígena doado ao Museu Amazônico, e bibliográfico doado à Biblioteca Setorial do Museu.

O diretor do Museu, Dysson Teles, afirmou que a mostra é uma homenagem. "A melhor e modesta forma de homenagear a trajetória deste caboclo amazônico é a que o Museu presta neste momento. A exposição ‘Rui Machado: uma trajetória de cores’ sintetiza visualmente as etapas de produção pelas quais passou o artista, sua evolução e sua importância para a consagração da cultura amazônica”.

Rui Machado conta que ficou muito feliz com a exposição, apesar de ter sido resistente de início.

"Eu me senti muito feliz com a homenagem, apesar de ter sido resistente achando que não seria o momento, quando o Dysson Teles, diretor do Museu Amazônico, me fez o convite para expor sobre a minha trajetória, e que seria uma homenagem do museu,  pela minha contribuição a cultura do meu estado e da própria instituição (museu).  Hoje eu me sinto extremamente honrado com a homenagem e vejo que o  momento é sempre o aqui  e o agora enquanto estamos vivos.  Foi uma das maiores homenagens que já recebi.” contou.

Rui também e músico e poeta, e conta que sua paixão pelo mundo das artes já nasceu com ele. "O meu amor pela arte nasceu comigo, todo artista nasce artista depois é só trabalhar e trabalhar. É  o que eu tenho feito ao longo da vida, por toda  a minha caminhada.” disse.

Sobre o artista

Rui Machado é artista plástico e poeta. Nasceu em Manaus no dia 17 de agosto de 1956. Sua relação com as artes começou cedo, com diversas manifestações, desde desenho e escrita, até esculturas. Sua primeira exposição de artes plásticas foi em 1982, denominada Travessia, no hall do Teatro Amazonas, dentro do Projeto Hahnemann. Já em 1984, lançou seu primeiro livro de poesias, intitulado Anjos e Mistérios.

Possui, até agora, 24 prêmios e homenagens. Na seara musical, tem mais 50 composições, no entanto, recebeu seu primeiro prêmio em 2017, no 6º Festival Amazonas de Música, em 1º Lugar com a música Remando Estrelas em parceria com Valdo Cavalcante.

Parte desses prêmios poderá ser vista na exposição, assim também como algumas de suas obras etnográficas e arqueológicas doadas para o Museu Amazônico. Para as museólogas Lucimery Ribeiro e Mayara Monteiro “Rui, ao ceder itens de sua coleção particular ao Museu Amazônico, transforma-os em acervo público. O ato de doação de objetos com significativo valor histórico, artístico e cultural, retoma dois traços importantes na história dos museus: a mudança do acesso privado ao público, e o entendimento da função social do museu”.

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