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Cacife Clandestino faz show em Manaus nesta sexta

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Foto: Divulgação Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Manaus/AM - Cacife Clandestino lançou recentemente um projeto audacioso em audiovisual, um álbum intitulado “Conteúdo Explícito Part. 2”, dividido em 14 episódios. E algumas das composições compõem o repertório do duo, que se apresenta na próxima sexta-feira (14), na Copacabana Choperia (Av. do Turismo, Tarumã), a partir das 21 horas.

Os ingressos estão disponíveis nas centrais da Oba Ingressos, localizadas nos shoppings: Amazonas, Manauara e Sumaúma. Os passaportes também podem ser adquiridos por meio do site obaingressos.com.br ou nos totens de autoatendimento das Óticas Vejas nas unidades do Centro, Alvorada, São José e Manôa.

No conteúdo, que está disponível na várias plataformas digitais, “Conteúdo Explícito Part. 2”, Felp vive no subúrbio e sonha em se tornar um rapper, porém sua realidade o incentiva a entrar na vida do crime. Depois de diversas experiências cruéis, ele finalmente consegue realizar seu sonho de se tornar um musico reconhecido.

É possível assistir no canal da Medellin, produtora da dupla, as músicas que Felp vive suas histórias, passeando pelo rap, trap, sem perder a essência.

Dirigido por Gabriel Duarte, o filme, foi uma criação em conjunto, com participação de Felp, do diretor e da equipe da Medellin Records.

O Cacife Clandestino faz parte do cast da Medellin Records, que conta também com WC no Beat, MC KF, Igor Adamovich, Júlia Peixoto e Dapaz. O duo ficou conhecido com a faixa “Beija Flor”, ainda em 2012. Um dos principais singles é “Fuga”, com mais de 40M áudio/vídeo streams. Com alguns lançamentos este ano, destaque para a trilogia “Triunfo”, que conta com a faixa “Jogo Virou”, que acumula milhões de visualizações no YouTube.

Premiação para batalha

Durante o “El Baile em Medellin”, haverá uma disputa de batalhas de break – o BK, onde os rappers se enfrentarão para o duelo composto com muita dança, estilo e gingado. O ganhador receberá R$ 300 em premiação.

O hip-hop surgiu na década de 1970 como um movimento cultural entre os latino-americanos, jamaicanos e os afro-americanos da cidade de Nova York. A filosofia do movimento cultural é a realização de disputas com base na criatividade, sem recurso de violência e armas, criando um estilo próprio de dança e vestimenta. O hip-hop alcançou o estatuto de ser uma filosofia de vida para muitas pessoas.

Sobre o El Baile En Medellin

O festival “El Baile En Medellín” nasceu em 2018 junto do sucesso do ritmo “TrapFunk”, emplacado pelo DJ da Medellín Records, WC no Beat. Em apenas quatro meses, foram seis eventos em quatro cidades: São Paulo, Rio de Janeiro, Campinas e Porto Alegre.

Com mais de 25 edições pelo Brasil, se tornou um dos maiores festivais de ritmos urbanos; com a proposta de difundir a cultura Latino Americano em um formato mais brasileiro possível.

No ano de 2019, “El Baile En Medellín” tomou dimensões internacionais. O estilo ‘trapfunk’ chegou aos Estados Unidos da América com os seus anfitriões, Wc no Beat e Cacife Clandestino, passando por Orlando, Miami, New Jersey, Washington, San Diego e Los Angeles.

De volta onde tudo começou, após sua temporada internacional, sua última edição que aconteceu no Rio de Janeiro. E o novo formato, trouxe mais interação com do público e conta com parceiros de peso, como Spotify, tatuadores locais realizando flash tattoo, área de food truck e ações durante o evento para o público, como distribuição de prêmios durante o evento.

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