RIO - A troca de turno dos batalhões da Polícia Militar, que aconteceu por volta das 17h, ocorreu sem problemas de acordo com informações da PM. Em nota, a corporação afirma que não houve nenhum registro de ocorrência. Em quatro batalhões da capital, entretanto, os manifestantes impedem a saída de veículos: 3º (Méier), 6º BPM (Tijuca), 16º BPM (Olaria) e 40º BPM (Campo Grande). O mesmo acontece em outros municípios, como 20º (Mesquita), 28º (Volta Redonda) e 39º BPM (Belford Roxo).
“Batalhões da Polícia Militar que ainda se mantêm bloqueados por manifestantes em suas portas estão com o patrulhamento efetivo nas ruas desde a manhã de hoje. Cada batalhão viabilizará a troca de turno de forma adequada e estratégica”, afirmou em nota a PM.
Mais cedo, o porta-voz da PM, major Ivan Blaz, disse que . Os parentes dos soldados exigem o pagamento do 13º salário, que está atrasado, além de reajuste. Mas o porta-voz explica que foi montado um esquema tático de rendição das tropas nas ruas para que os policais não sejam impedidos de sair dos batalhões.
Durante a madrugada, a troca de efetivo foi feita na rua, e não dentro das unidades. A tática foi usada pelo comando do 9ºBPM (Rocha Miranda). O tenente-coronel Ivan Araújo, comandante da unidade, disse que a rendição dos policiais foi feita nas outras bases do batalhão para evitar que os policiais militares fossem impedidos de trabalhar pelo grupo de mulheres que está na porta da unidade. A mesma medida foi adotada pelo comando do 3º BPM (Méier).



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