Bolsonaro voltou a defender "eleições limpas, transparentes e auditáveis", colocando em dúvida a lisura das urnas eletrônicas. "Tem uma grande interrogação na apuração dessa forma eletrônica que tem sido feito no TSE Tribunal Superior Eleitoral nos últimos anos", afirmou.
O presidente defendeu a apuração simultânea na qual os dados sejam transferidos dos computadores do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para os computadores das Forças Armadas. "Se alguém tentar engravidar um computador com o bilhete premiado, não vai conseguir", explicou, usando como exemplo o modelo de apuração usado na loteria.
Bolsonaro disse ainda que o voto impresso, adotado no Paraguai, é "exemplo para nós".
O chefe do Executivo voltou a repetir, sem provas concretas, que hackers interferiram nas eleições de 2018 e que "tudo leva a crer" que ele teria vencido no primeiro turno. "Tivemos eleições em 2020, vamos ter em 2022, sem saber o que aconteceu em 2018. Se houve ou não fraude nas eleições, se eu teria ganho ou não no primeiro turno. Agora estamos preocupados com isso", afirmou.

