Em nota distribuida no finald a tarde desta segunda-feira, o Tribunal de Justiça do Amazonas diz que considera a Defensoria Pública uma parceira e que jamais pediria de volta a sala que o órgão ocupa no Fórum Henoch Reis. “Isso não aconteceu e nunca acontecerá. Nós apenas comunicamos, de forma cordial, que voltaríamos a ocupar um pequeno espaço – que não chega a 20 metros quadrados – dos 600 metros quadrados que a Defensoria ocupa - para instalarmos as coordenadorias determinadas pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ)”, explicou hoje, no final da tarde, o presidente do TJAM, desembargador João Simões.
As coordenadorias a que o presidente se refere são três: a Coordenadoria da Infância e Juventude, a Coordenadoria de Conciliação e a Coordenadoria ligada à Vara Maria da Penha. O presidente disse que não consegue entender a reação da Defensoria Pública, que resolver levar o caso em tom de denúncia para a imprensa, chegando a informar que “estava sendo retirada do fórum, quando constitucionalmente tem o direito de permanecer lá”. Simões afirmou que não sabe o que pode ter acontecido, haja vista que esta decisão já havia sido discutida em comum acordo com o Defensor Público-Geral do Estado, Tibiriçá Valério de Holanda, há mais de um mês. De acordo com o presidente, a Defensoria Pública possui no Fórum Henoch Reis e nos outros fóruns da capital, muitas salas. São mais de 600 metros quadrados cedidos para a Defensoria. E em breve, o Tribunal também deve ceder mais uma sala no próprio Edifício Arnoldo Péres (sede do Judiciário).
— Repito: O que nós solicitamos de forma cordial é que houvesse a cessão de uma pequena sala que não representa nem 10% do total que eles já ocupam, para que possamos fazer, no térreo do Tribunal de Justiça, uma adequação e instalarmos as novas coordenadorias determinadas pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) – disse Simões, advertindo que, por essa razão, “até estranho, e muito, o procedimento adotado pela Defensoria ou por algum defensor”.
— Mas eu quero dizer que eu considero a Defensoria um órgão importante para a prestação jurisdicional, e continuamos de portas abertas para conversar. O Simões aproveitou para convidar o público e toda imprensa para amanhã, 19 de abril, ao meio-dia, visitar junto com ele, a sala em questão e constatar o tamanho do espaço disponibilizado pelo TJAM à Defensoria Pública, no Henoch Reis. “É uma demonstração clara de que nada há contra a Defensoria, mas, sim, uma perfeita parceria de cordialidade e de trabalho. É disso que nós precisamos”, observou o desembargador-presidente .
As coordenadorias a que o presidente se refere são três: a Coordenadoria da Infância e Juventude, a Coordenadoria de Conciliação e a Coordenadoria ligada à Vara Maria da Penha. O presidente disse que não consegue entender a reação da Defensoria Pública, que resolver levar o caso em tom de denúncia para a imprensa, chegando a informar que “estava sendo retirada do fórum, quando constitucionalmente tem o direito de permanecer lá”. Simões afirmou que não sabe o que pode ter acontecido, haja vista que esta decisão já havia sido discutida em comum acordo com o Defensor Público-Geral do Estado, Tibiriçá Valério de Holanda, há mais de um mês. De acordo com o presidente, a Defensoria Pública possui no Fórum Henoch Reis e nos outros fóruns da capital, muitas salas. São mais de 600 metros quadrados cedidos para a Defensoria. E em breve, o Tribunal também deve ceder mais uma sala no próprio Edifício Arnoldo Péres (sede do Judiciário).
— Repito: O que nós solicitamos de forma cordial é que houvesse a cessão de uma pequena sala que não representa nem 10% do total que eles já ocupam, para que possamos fazer, no térreo do Tribunal de Justiça, uma adequação e instalarmos as novas coordenadorias determinadas pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) – disse Simões, advertindo que, por essa razão, “até estranho, e muito, o procedimento adotado pela Defensoria ou por algum defensor”.
— Mas eu quero dizer que eu considero a Defensoria um órgão importante para a prestação jurisdicional, e continuamos de portas abertas para conversar. O Simões aproveitou para convidar o público e toda imprensa para amanhã, 19 de abril, ao meio-dia, visitar junto com ele, a sala em questão e constatar o tamanho do espaço disponibilizado pelo TJAM à Defensoria Pública, no Henoch Reis. “É uma demonstração clara de que nada há contra a Defensoria, mas, sim, uma perfeita parceria de cordialidade e de trabalho. É disso que nós precisamos”, observou o desembargador-presidente .

