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‘Será uma tragédia’, diz FAF sobre falta de energia para abertura do Barezão na Arena da Amazônia

‘Será uma tragédia’, diz FAF sobre falta de energia para abertura do Barezão na Arena da Amazônia
‘Será uma tragédia’, diz FAF sobre falta de energia para abertura do Barezão na Arena da Amazônia

Manaus/AM - A medida da concessionária Amazonas Energia de cortar o fornecimento para a Arena da Amazônia por conta de dívida milionária está ameaçando a realização do jogo de abertura do Campeonato Amazonense - o ‘Barezão’, no próximo sábado (28). A partida de abertura será com o clássico Rio Negro e Nacional, marcada para iniciar às 20h.

O presidente da Federação Amazonense de Futebol (FAF), Ednaílson Rozenha, já afirmou que não possui plano de levar a partida para outro local e que será uma tragédia não ter energia na hora do evento na Arena da Amazônia.

“A gente está acompanhando de perto a situação. Ontem foi feito empenho, acima de R$ 1 milhão, já de duas contas (de energia). O governo considera completamente arbitrário o corte de energia. Eu também acho oportunista se cortar a energia da Arena e do Amadeu Teixeira a quatro dias de dois eventos importantes. Mas a gente está trabalhando para que o bom senso prevaleça e a energia possa ser religada. Será uma tragédia se nós não tivermos energia, porque a gente não tem plano B para abertura do Campeonato Amazonense”, disse Rozenha.

Além do jogo, a FAF prevê a realização de uma cerimônia de abertura do campeonato, com shows de Márcia Siqueira e Davi Assayag, às 19h.

Para realização do evento, até o momento, existe a garantia do governo de uso de geradores de energia, mas que só servem para manter os refletores da Arena ligados, segundo Rozenha.

O corte

Nessa terça-feira (24), a Amazonas Energia cortou o fornecimento para a Arena da Amazônia e Arena Amadeu Teixeira, por conta de dívidas que somam mais de R$ 39 milhões e estão acumuladas desde 2016.

O Governo do Amazonas informou que a dívida é resultado de débitos deixados por gestões passadas e que está em negociação para abater dívidas da concessionária com o Estado, que seriam maiores que os débitos das duas arenas, para regularizar a situação do fornecimento de energia.

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