A Prefeitura de Manaus voltou a fechar nesta quinta-feira (05) um abatedouro clandestino no bairro do Alvorada II, na zona Centro-oeste da cidade. O abatedouro tinha sido interditado há três meses, quando a Secretaria Municipal de Produção e Abastecimento (Sempab) fechou o local por causa da das péssimas condições de higiene onde os animais eram criados e abatidos.
Nesta quinta-feira, após receber denuncias de moradores do Alvorada II, os fiscais da Sempab voltaram ao local e constataram que o abatedouro voltara a funcionar.
De acordo com o chefe do Serviço de Inspeção Municipal da Sempab, Antônio Carlos Dias, o abatedouro descumpriu a ordem de interdição. No local ainda eram criados mais de 70 frangos, que se alimentavam dos restos de comida deixados donos. Também foram encontrados 250 frangos abatidos, que estavam em sacos plásticos e prontos para comercialização.
No local do abate, o mau cheiro se espalhava por toda a vizinhança. Uma mesa de madeira servia como mesa de corte, que ficava ao lado de um tanque de lavar roupas. Uma máquina usada para depenar os animais também ficava ao lado da mesa de corte, comprometendo a higiene e qualidade do alimento.
O dono do abatedouro, Guilherme Gusmão, foi pego de surpresa pelos fiscais da Sempab enquanto comercializava frangos abatidos. Por ser reincidente, o dono do abatedouro perdeu a mercadoria e terá que pagar multa, além de ser obrigado a dar explicações à Sempab.
Toda a mercadoria (frangos abatidos) foram encaminhados na tarde desta quinta-feira ao aterro municipal, onde foram inutilizados.
Nesta quinta-feira, após receber denuncias de moradores do Alvorada II, os fiscais da Sempab voltaram ao local e constataram que o abatedouro voltara a funcionar.
De acordo com o chefe do Serviço de Inspeção Municipal da Sempab, Antônio Carlos Dias, o abatedouro descumpriu a ordem de interdição. No local ainda eram criados mais de 70 frangos, que se alimentavam dos restos de comida deixados donos. Também foram encontrados 250 frangos abatidos, que estavam em sacos plásticos e prontos para comercialização.
No local do abate, o mau cheiro se espalhava por toda a vizinhança. Uma mesa de madeira servia como mesa de corte, que ficava ao lado de um tanque de lavar roupas. Uma máquina usada para depenar os animais também ficava ao lado da mesa de corte, comprometendo a higiene e qualidade do alimento.
O dono do abatedouro, Guilherme Gusmão, foi pego de surpresa pelos fiscais da Sempab enquanto comercializava frangos abatidos. Por ser reincidente, o dono do abatedouro perdeu a mercadoria e terá que pagar multa, além de ser obrigado a dar explicações à Sempab.
Toda a mercadoria (frangos abatidos) foram encaminhados na tarde desta quinta-feira ao aterro municipal, onde foram inutilizados.
