O novo curso de pós-graduação em Medicina do Trabalho da Universidade Nilton Lins teve início na tarde de quinta- feira (17/09). A primeira aula foi da disciplina de Metodologia Científica e da Pesquisa, na sala 155, contando com a participação de alunos presencialmente e também de alunos que estão atuando em outros municípios, de forma remota.
Aula
O curso é oferecido na modalidade híbrida. As aulas remotas auxiliam alunos que desejam se especializar, mas que estão longe; permite reduzir a distância, quebrando as barreiras físicas. Como disse a professora Dra. Cleuciliz Santana, pró-reitora de pesquisa e pós-graduação: “é um desafio, porque nós temos a questão do ensino remoto como uma nova realidade, que ganhou força a partir da pandemia do Novo Corona Vírus, onde a tecnologia permite diminuir a distância física entre os alunos que estão interessados em fazer o curso e os seus docentes.
A Universidade Nilton Lins está preparada para fazer uma atividade educativa de qualidade e, além disso, nas salas virtuais de aprendizagem o aluno vai poder ter acesso a todo o material didático dessa disciplina”. A parte do curso prevista para atividades práticas será presencial, completa a Profa. Cleuciliz.
A aula de Metodologia Científica e da Pesquisa foi ministrada pelo professor doutorando André Corado, que falou um pouco sobre o tema: “Estamos tendo agora a primeira turma de pós-graduação em Medicina do Trabalho, e com muito orgulho a gente está iniciando esse curso com duração de dois anos, e deve formar novos especialistas em medicina do trabalho. Essa disciplina de Metodologia Científica e da Pesquisa visa preparar o aluno a desenvolver pesquisas na área médica, na área da medicina do trabalho, em especial. O aluno também vai poder aplicar algumas metodologias inseridas nessa disciplina ao longo da sua prática acadêmica”.
Os alunos presentes contaram um pouco sobre a expectativa em relação às aulas. “É a evolução da carreira Médica em relação à Pós-graduação. A medicina do trabalho ainda é uma das áreas de menor expressão no Estado do Amazonas, mas possui grande potencial em virtude da quantidade de fábricas e empresas que possuem no seu grupo uma unidade maior do que seus membros e que exigem um Médico do Trabalho para seu bom funcionamento.
A disciplina acrescenta ao nosso conhecimento a parte da Pesquisa da produção de material, não só para a nossa capital, e sim pro Amazonas; para que a gente consiga demonstrar de maneira prática e científica as características que são ansiadas pela sociedade”, contou o aluno Alessandro Pontes, Pós-graduando em Medicina do Trabalho, e Médico formado pela própria Instituição.

