Em discurso na manhã desta quinta-feira (15), o deputado estadual Marcelo Ramos (PSB) responsabilizou o coordenador da Unidade Gestora dos Projetos da Copa de 2014 (UGP-Copa) no Amazonas, Miguel Capobiango, pelo atraso nas obras no Estado.
“O gestor que passa o dia no twitter falando sobre a previsão do tempo e não dá uma explicação sobre a Copa do Mundo, não atende a Comissão de Transporte da Assembleia Legislativa do Amazonas (ALEAM) e não presta contas de suas ações junto a unidade gestora, porque sua gestão tem sido marcada pela incompetência e incapacidade de enfrentar os problemas que emperram as obras de mobilidade urbana e de infraestrutura da cidade de Manaus”, disse ele em seu discurso no Pequeno Expediente da Casa.
Marcelo Ramos abordou o tema ao falar da vistoria dos representantes da Federação Internacional de Futebol (Fifa) às obras da Arena da Amazônia. De acordo com ele, o deputado federal Romário (PSB-RJ), publicou artigo em seu site sobre a Copa do Mundo, em que afirma querer saber no que o dinheiro está sendo “despejado” em obras superfaturadas, que se transformarão em ‘elefantes brancos’.
“O Tribunal de Contas da União (TCU) já denunciou que quatro das 12 arenas vão se transformar em elefantes brancos. Os recursos utilizadso em suas respectivas construção com certeza farão falta na Saúde, Educação, segurança e acessibilidade”.
De acordo com o parlamentar, Romário ainda diz em seu artigo: “Pude observar nas visitas que fiz aos estádios, que muita coisa não vai mudar, não teremos mobilidade urbana, que era um dos legados previstos pela Copa”, e conclui “nunca quis ser unanimidade. Sei que quando abro a boca para criticar a Fifa e a CBF e a desonestidade de políticos e empresários, não sou apenas o Romário, mas a voz de brasileiros”.
Marcelo Ramos assegura que não espera unanimidade e que prefere a firmeza de seus princípios à captulação aos desejos de agradar governantes. Segundo ele, o Governo do Amazonas tem dado péssimo exemplo para o Brasil no que diz respeito a administração das obras para a Copa do Mundo de 2014. A única obra da Copa iniciada foi a Arena da Amazônia.
“O governador cansou de anunciar e estou mostrando em várias matérias de jornal, que lançaria o edital do monotrilho em outubro, mas em outubro do ano passado”, disse.
Monotrilho
Como destacou Marcelo Ramos, somente agora, após a única visita do comitê gestor da Fifa, Miguel Capobiango admitiu que monotrilho não faz parte do projeto da Copa de 2014. “Portanto, o monotrilho e BRT estão fora da Copa de 2014. A Copa não é importante por si, só. Terão apenas quatro jogos em Manaus e apenas 1% da população manauara vai entrar no estádio. A Copa é importante pelo legado urbanístico que poderia deixar para o Estado do Amazonas. A Copa era importante para ter BRT, pelo monotrilho, pela reordenar o centro histórico, criar um porto decente, obras de infraestrutura em Saúde, Saneamento Básico, Segurança. Isso tudo foi abandonado desde que o senhor Miguel Bianco assumiu a unidade gestora da Copa”, ressaltou.
Marcelo Ramos ressaltou até que Biango disse que o atual sistema de transporte atende bem aos eventos no sambódromo. “Manda ele ir de ônibus para o boi Manaus e Carnaval. São R$ 800 milhões desperdiçados. Tem o dinheiro disponível e não gastou nenhum centavo. Sua administração será marcada pela ineficiência e o governador não toma providência”, criticou.
Marcelo Ramos disse ainda, que recebeu relatório do TCU, de janeiro de 2012, onde indica sobrepreço de até R$ 71 milhões praticados em obras da Copa.
“O gestor que passa o dia no twitter falando sobre a previsão do tempo e não dá uma explicação sobre a Copa do Mundo, não atende a Comissão de Transporte da Assembleia Legislativa do Amazonas (ALEAM) e não presta contas de suas ações junto a unidade gestora, porque sua gestão tem sido marcada pela incompetência e incapacidade de enfrentar os problemas que emperram as obras de mobilidade urbana e de infraestrutura da cidade de Manaus”, disse ele em seu discurso no Pequeno Expediente da Casa.
Marcelo Ramos abordou o tema ao falar da vistoria dos representantes da Federação Internacional de Futebol (Fifa) às obras da Arena da Amazônia. De acordo com ele, o deputado federal Romário (PSB-RJ), publicou artigo em seu site sobre a Copa do Mundo, em que afirma querer saber no que o dinheiro está sendo “despejado” em obras superfaturadas, que se transformarão em ‘elefantes brancos’.
“O Tribunal de Contas da União (TCU) já denunciou que quatro das 12 arenas vão se transformar em elefantes brancos. Os recursos utilizadso em suas respectivas construção com certeza farão falta na Saúde, Educação, segurança e acessibilidade”.
De acordo com o parlamentar, Romário ainda diz em seu artigo: “Pude observar nas visitas que fiz aos estádios, que muita coisa não vai mudar, não teremos mobilidade urbana, que era um dos legados previstos pela Copa”, e conclui “nunca quis ser unanimidade. Sei que quando abro a boca para criticar a Fifa e a CBF e a desonestidade de políticos e empresários, não sou apenas o Romário, mas a voz de brasileiros”.
Marcelo Ramos assegura que não espera unanimidade e que prefere a firmeza de seus princípios à captulação aos desejos de agradar governantes. Segundo ele, o Governo do Amazonas tem dado péssimo exemplo para o Brasil no que diz respeito a administração das obras para a Copa do Mundo de 2014. A única obra da Copa iniciada foi a Arena da Amazônia.
“O governador cansou de anunciar e estou mostrando em várias matérias de jornal, que lançaria o edital do monotrilho em outubro, mas em outubro do ano passado”, disse.
Monotrilho
Como destacou Marcelo Ramos, somente agora, após a única visita do comitê gestor da Fifa, Miguel Capobiango admitiu que monotrilho não faz parte do projeto da Copa de 2014. “Portanto, o monotrilho e BRT estão fora da Copa de 2014. A Copa não é importante por si, só. Terão apenas quatro jogos em Manaus e apenas 1% da população manauara vai entrar no estádio. A Copa é importante pelo legado urbanístico que poderia deixar para o Estado do Amazonas. A Copa era importante para ter BRT, pelo monotrilho, pela reordenar o centro histórico, criar um porto decente, obras de infraestrutura em Saúde, Saneamento Básico, Segurança. Isso tudo foi abandonado desde que o senhor Miguel Bianco assumiu a unidade gestora da Copa”, ressaltou.
Marcelo Ramos ressaltou até que Biango disse que o atual sistema de transporte atende bem aos eventos no sambódromo. “Manda ele ir de ônibus para o boi Manaus e Carnaval. São R$ 800 milhões desperdiçados. Tem o dinheiro disponível e não gastou nenhum centavo. Sua administração será marcada pela ineficiência e o governador não toma providência”, criticou.
Marcelo Ramos disse ainda, que recebeu relatório do TCU, de janeiro de 2012, onde indica sobrepreço de até R$ 71 milhões praticados em obras da Copa.
