O prefeito de Manaus, Amazonino Mendes, considerou acertada a iniciativa da presidente da República Dilma Roussef em entregar para a iniciativa privada a reforma, ampliação e modernização das cidades-sedes da Copa do Mundo de 2014.
A privatização, segundo Amazonino, diminui a burocracia para a realização das obras. "As empresas têm interesse em participar das obras, além de condições de concluírem a obra dentro dos prazos estabelecidos, o que não ocorreria caso o processo de reforma dos aeroportos ficasse sob a responsabilidade do Poder Público", disse o prefeito
Durante quase três horas de encontro em seu gabinete com o ex-jogador Cafu, que visitou Manaus e as obras destinadas aos jogos da Copa de 2014, o prefeito expôs os planos para a preparação da cidade, principalmente no campo da mobilidade urbana. “Nós fizemos o projeto do BRT (Bus Rapid Transit) a um custo de R$ 600 milhões e o governo do Estado à época escolheu o Monotrilho para melhorar a mobilidade urbana”, afirmou o prefeito.
Na opinião do prefeito, a partir da reunião da presidente Dilma Roussef com governadores e prefeitos das cidades que vão sediar a Copa, algumas questões serão definidas, como a mobilidade urbana. “Está todo mundo agora aguardando o chamamento da presidente Dilma. A Prefeitura está com o projeto pronto, aguardando, esperando o sinal verde que deve ser dado pelo governo federal”, disse.
Ainda no aspecto de infraestrutura das cidades-sedes, o prefeito é de opinião que a proposta de privatização dos aeroportos já deveria ter sido definida há algum tempo.
“O problema de aeroportos e portos no Brasil é muito grave. As obras públicas no Brasil têm muitos problemas de ordem burocrática. Com a privatização não teríamos tantos problemas e as empresas fariam todo o possível para entregar as obras nos prazos determinados”, observou.
Segundo o prefeito sem a privatização, dificilmente os aeroportos ficarão prontos para a Copa do Mundo.
Para o início das obras de implantação do BRT a Prefeitura depende da liberação de recursos por parte da Caixa Econômica.
A privatização, segundo Amazonino, diminui a burocracia para a realização das obras. "As empresas têm interesse em participar das obras, além de condições de concluírem a obra dentro dos prazos estabelecidos, o que não ocorreria caso o processo de reforma dos aeroportos ficasse sob a responsabilidade do Poder Público", disse o prefeito
Durante quase três horas de encontro em seu gabinete com o ex-jogador Cafu, que visitou Manaus e as obras destinadas aos jogos da Copa de 2014, o prefeito expôs os planos para a preparação da cidade, principalmente no campo da mobilidade urbana. “Nós fizemos o projeto do BRT (Bus Rapid Transit) a um custo de R$ 600 milhões e o governo do Estado à época escolheu o Monotrilho para melhorar a mobilidade urbana”, afirmou o prefeito.
Na opinião do prefeito, a partir da reunião da presidente Dilma Roussef com governadores e prefeitos das cidades que vão sediar a Copa, algumas questões serão definidas, como a mobilidade urbana. “Está todo mundo agora aguardando o chamamento da presidente Dilma. A Prefeitura está com o projeto pronto, aguardando, esperando o sinal verde que deve ser dado pelo governo federal”, disse.
Ainda no aspecto de infraestrutura das cidades-sedes, o prefeito é de opinião que a proposta de privatização dos aeroportos já deveria ter sido definida há algum tempo.
“O problema de aeroportos e portos no Brasil é muito grave. As obras públicas no Brasil têm muitos problemas de ordem burocrática. Com a privatização não teríamos tantos problemas e as empresas fariam todo o possível para entregar as obras nos prazos determinados”, observou.
Segundo o prefeito sem a privatização, dificilmente os aeroportos ficarão prontos para a Copa do Mundo.
Para o início das obras de implantação do BRT a Prefeitura depende da liberação de recursos por parte da Caixa Econômica.
