Tatá Werneck abre o jogo sobre sexo e vida amorosa: 'sempre conquistei todos que quis'

Por Portal do Holanda

05/11/2017 11h11 — em Famosos & TV

Tatá Werneck para a

Tatá Werneck conseguiu arrancar respostas inusitadas de famosos em seu programa Lady Night, no Multishow, e dessa vez foi ela quem teve que responder as perguntas cabeludas que faz aos seus convidados.

Em conversa com o jornal Extra, ela foi questionada sobre depilação íntima:

"Fiz depilação a laser porque nunca se sabe quando um ex vai aparecer para conversar... Mas isso quando eu era solteira, tá? Fiz a laser para estar sempre pronta! (risos)."

Respondeu se já fez sexo casual:

"Não! E não é que eu não seja sexual, só para entender, tá? Só canalizo na pessoa que está comigo. Não estou julgando quem transa na primeira noite. Não tem o menor problema, mas eu não me sinto bem. Gosto de conhecer, estar apaixonada, porque acho que é uma troca de energia importante. Comigo é com muita calma. Imprimo a doida em tudo, mas sou bem racional."

Perguntada se já tomou um toco, ela garante:

"Nunca! Na faculdade, namorei o cara mais lindo, e na escola também. Sempre conquistei todos que eu quis. Acho muito doido porque hoje falam: “Fulano está com Tatá porque ela é famosa, por interesse”. Mas eu sempre namorei os homens mais cobiçados. Desculpa aí (risos)...".

Sobre onde está sua sensualidade, Tatá dispara:

"Eu acho que senso de humor seduz, porque me seduz também, apesar de já ter namorado pessoas que não eram engraçadas. O que me atrai é senso de humor e inteligência. A cara pode dar uma ajudada. Ao mesmo tempo, eu sei que tenho minhas habilidades! Escuto isso, é recorrente (risos). Acho que eu causo uma pequena surpresa do tipo: “Ih, Ary Toledo sabe das coisas”(risos). Uma vez, eu li uma matéria que afirmava que mulheres engraçadas são boas de cama. Tem coisa aí...".

E revelou como foi o seu primeiro encontro com Rafael Vitti:

"Gabriel Louchard, que é muito meu amigo e estava fazendo a novela (“Rock story”) com o Rafa, me ligou. Rafa mandou dizer que era muito meu fã. Eu falei: “Ai, que fofo esse menino”. Daí a gente se encontrou um dia e eu pensei: “Nossa, esse menino cresceu” (risos). Mas eu nunca tive interesse por homens mais novos, meus namorados ou eram meio que da minha idade ou mais velhos. Só que eu e Rafa começamos a conviver muito, e quando eu vi... Costumo dizer que não gosto de homens mais novos, gosto do Rafa. Eu me apaixonaria por ele, com 22 ou 70 anos, porque é um cara sensível, gentil, com senso de humor, que entende e aplaude as minhas loucuras. Acho que a única coisa ruim de ele ser 12 anos mais novo é que talvez eu tenha 12 anos a menos ao lado dele. A gente se dá muito bem, mas eu demorei a admitir. Lembro que terminei com ele várias vezes por ser mais novo. E minha mãe falou: “Filha, eu não te criei pra isso. Logo você, uma mulher que trabalha com inclusão, que fala sobre preconceito. Que vergonha!”. Então, pensei: “É, esse é o único motivo. Sou feliz em tudo”. No primeiro encontro, já estava apaixonada!".

Já se prefere ser caça ou caçadora, ela responde:

"Já cacei, mas sempre no humor, nunca cheguei em ninguém. Não é muito a minha. Não sou uma mulher fácil, e não há problema em ser, tá? Só que eu sou difícil de conquistar, e nem me apaixono com facilidade. Quando fico com alguém, é por um tempo. Essa coisa de ser mulher independente, forte, isso amedronta muito os homens, e a verdade é que eu não tenho nada a ver com isso, o problema é deles. Se conseguir me acompanhar, ótimo, se não, desculpa. Se fortaleça para estar ao lado dessa mulher autossuficiente. E nessa, chegou um cara de 22 anos e veio com uma força que muitos homens não tinham. E ainda falou: “Que bom que você é uma mulher forte, eu admiro”. Rafa é muito bem resolvido. Demonstrar fragilidade e amor, pra mim, é ter hombridade!".

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