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Flávia Viana chora após divulgar atendimento precoce para governo federal

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Flávia Viana chora após divulgar atendimento precoce para governo federal
Flávia Viana chora após divulgar atendimento precoce para governo federal

A ex-BBB Flávia Viana publicou em sua conta do Instagram um vídeo pedindo desculpas após uma reportagem que revelou que ela e mais influencers receberam dinheiro do governo de Jair Bolsonaro para incentivar a procura pelo “atendimento precoce” contra a Covid-19. 

A Agência Pública divulgou a informação, informando ainda que mais de R$ 1,3 milhão dos cofres públicos foram usados para bancar ações de marketing com influencers sobre o coronavírus, sendo cerca de R$ 98,5 mil para cachês de celebridades contratadas para a campanha do Ministério da Saúde.

"Não me meto com político, acho que o que os governantes fazem com a gente é fazer todo mundo de palhaço, eu tenho nojo de falar de quem governa do nosso país. Não me interpretem mal, minha intenção foi de alertar e de cuidar.  Minha intenção ao fazer o trabalho foi única e exclusivamente ajudar. Intenção de cuidado com as pessoas que me assistem. Não acredito em tratamento precoce dessa doença tão louca que está espalhada por aí", disse ela.

 "Se tem uma coisa que eu prezo muito é pela minha verdade. Eu canso de  negar um monte de trabalhos de marcas em que não acredito. Se estou aqui hoje, é porque tenho milhões de seguidores que acreditam no meu trabalho", disse Flávia. "Estou muito nervosa, talvez não fosse o momento de estar aqui falando, mas não vejo outra forma e não quero esperar",  disse.

Flávia teria recebido R$ 11,5 mil do governo federal por post publicação feita no dia 14 de janeiro. Além dela, estão na lista de influencers João Zoli, Jéssika Taynara e Pam Puertas.

 No roteiro de publicidade divulgado pela Agência Pública, a Secretaria de Comunicação orientou que os influencers postassem no feed e ainda 6 Stories aconselhando os seguidores para, caso sentirem sintomas da Covid-19, "importante que você procurar imediatamente um médico e solicitar um atendimento precoce".

Em nenhuma das publicações foi citado o uso de tratamento precoce como ivermectina e cloroquina, que não possuem qualquer comprovação científica de eficácia contra o vírus.

O site do Ministério da Saúde, no entanto, incentiva o “tratamento precoce” contra a Covid-19, sem comprovação científica. "O tratamento precoce comprovadamente aumenta as chances de recuperação e diminui a ocorrência de casos mais graves e, consequentemente, o número de internações. A nova diretriz busca adequar o atendimento às melhores evidências médicas e evitar as mortes relacionadas à doença", diz o Ministério da Saúde, sem apresentar base científica para a informação.

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