Adriane Galisteu relembra 'salário' que recebia de Ayrton Senna

Por Portal do Holanda

05/12/2020 16h02 — em Famosos & TV

Adriane Galisteu conta que piloto nunca deu fortuna a ela, mas que pagou o equivalente ao salário que recebia como modelo - Foto: Reprodução/Instagram

Vinte e seis anos após a morte de Ayrton Senna, Adriane Galisteu revelou que recebia um salário do piloto durante o namoro dos dois. Ela, no entanto, explica que nunca recebeu fortuna do amado.

Ela, que trabalhava como modelo pela agência Elite, conta que falou sobre a sua realidade para o piloto, o que fez com que ele pagasse o valor que ela recebia modelando:

"A primeira coisa que eu falei para ele, quando vi que era namoro, eu queria falar. Vai que sai uma nota. Como ele pediu para que eu ficasse com ele, acompanhasse ele nas corridas, então ele pegou a média do que eu ganhava (e deu para a família), nunca deu uma fortuna à minha mãe. Eu era arrimo de família. Não tinha quem pagasse as contas. Ele foi comigo na Elite, viu quanto eu ganhava, pegou esse valor e começou a depositar na conta da minha mãe. Muita gente pensava que ele me pagava para eu estar com ele. O que ganhei dele foi um pijama e um carro que tenho até hoje".

Em seu canal do youtube, Galisteu também falou sobre a morte do irmão mais velho por Aids. " Meu irmão falava para mim: "Não chega perto!" (...) Sobre Aids, enquanto meu irmão era vivo, a gente não falava sobre este assunto. Ele perdeu os dentes, ficou um pouco mais magro e morreu (...) Vivemos um sofrimento pelo julgamento. Para a gente fazer doação das coisas, ninguém queria. Na primeira oportunidade que eu tive, eu tirei a minha mãe de lá. Até hoje ela só é viva porque ela tem onde se segurar.".

Também no bate-papo, ela falou sobre como a sua vida mudou após posar nua para a Playboy, 1 ano após a morte de Senna: 

"A revista teve 1.252.000 exemplares vendidos. Topei o dinheiro na mão. E mudou minha vida. A partir deste momento fiquei independente financeiramente. Comprei apartamento, paguei as dívidas do meu irmão... Havia o preconceito. Mas hoje em dia o preconceito continua aí na internet (...) Eu era modelo comercial, trabalhava numa loja, aí chegou essa oportunidade de fazer as Coelhinhas e eu topei. Sempre brinquei: "Pagando bem, que mal tem?" (...) Minha mãe falava: "O que a nossa família (vai pensar)?". 


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