A defesa do ator Will Smith reagiu prontamente às graves acusações de assédio sexual, demissão indevida e retaliação protocoladas pelo violinista Brian King Joseph em Los Angeles. O caso, que envolve também a empresa Treyball Studios Management, Inc., baseia-se em eventos supostamente ocorridos durante a turnê mundial "Based on a True Story: 2025". Segundo a queixa, o músico teria sido alvo de um ambiente de intimidação e exploração que culminou em traumas psicológicos profundos e prejuízos financeiros após sua saída da equipe.
Em comunicado oficial, o advogado de Smith, Allen B. Grodsky, classificou as alegações como infundadas e irresponsáveis, sinalizando uma postura combativa nos tribunais. Grodsky foi enfático ao declarar que as acusações "são categoricamente negadas e usaremos todos os meios legais disponíveis para contestar essas alegações e garantir que a verdade venha à tona". Para a defesa, o processo não possui sustentação fática e será enfrentado com rigor jurídico.
O centro do embate jurídico detalha um episódio ocorrido em março de 2025, em um hotel em Las Vegas, onde Joseph afirma ter encontrado objetos estranhos e mensagens invasivas em seu quarto. O violinista descreve a presença de itens como um bilhete manuscrito de teor sugestivo, medicamentos de terceiros e outros pertences que teriam configurado uma "ameaça sexual de violência". De acordo com o processo, o temor de uma agressão iminente teria sido ignorado pela gestão do artista, resultando em uma demissão punitiva em vez de apoio.
Atualmente, o músico busca reparação por danos à reputação e problemas de saúde mental, incluindo o diagnóstico de transtorno de estresse pós-traumático (TEPT). Enquanto a equipe de Smith nega qualquer irregularidade, o tribunal de Los Angeles deverá avaliar as evidências apresentadas por Joseph, que sustenta ter sido substituído após reportar o incidente.

