Os locais onde os protestos de São Paulo acontecerão foram discutidos em uma reunião na Secretaria Estadual da Segurança Pública na manhã desta segunda-feira, 1. Além do secretário Fernando Grella Vieira, participaram do encontro o comandante-geral da PM, Benedito Roberto Meira, e dirigentes sindicais.
A reunião foi marcada para garantir que as manifestações não terão atos de violência e vandalismo, segundo o deputado federal e presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva. "O objetivo é ter um dia de reflexão, para mostrar a pauta que os trabalhadores levantam desde agosto de 2010", disse Paulinho da Força.
Ainda de acordo com Paulinho, os metroviários decidem quinta-feira como será a adesão à mobilização. A ideia é que a circulação dos trens seja suspensa por algumas horas. A União Geral dos Trabalhadores (UGT) convocou os motoboys de São Paulo a fazer atos nas Marginais e na Paulista, segundo o presidente da entidade, Ricardo Patah.
A manifestação nacional do dia 11 foi convocada pelas centrais sindicais para pedir, entre outras coisas, a redução da Jornada de Trabalho para 40 horas semanais, fim do fator previdenciário, saúde e transporte público de qualidade, auditoria nas grandes obras públicas e diminuição dos juros.

