Enquanto isso, o departamento jurídico do Santos analisou a carta enviada por Marcos Assunção ao presidente em exercício, Odílio Rodrigues Filho, e orientou o dirigente, com base nas leis do trabalho, a não aceitar o pedido de suspensão do pagamento do salário de R$ 200 mil do jogador, enquanto ele não tiver condições de ficar à disposição de Claudinei Oliveira.
Marcos Assunção reapareceu em campo nesta quinta-feira e fez exercícios físicos sob a orientação do preparador físico, mas não há previsão para o seu retorno. Na última segunda, o volante de 37 anos passou por um procedimento médico para a aplicação de PRP (plasma rica em plaquetas) no joelho direito, lesionado desde o meio do ano passado, quando ainda atuava pelo Palmeiras. Esse tipo de tratamento é utilizado para apressar a recuperação. Ele tem esperança de um ainda atuar com a camisa santista antes de encerrar a carreira no fim do ano, quando termina o seu contrato.


