Dólar comercial opera em alta, cotado a R$ 3,119
RIO - O dólar comercial opera em alta de 0,41%, vendido a R$ 3,119, na contramão do mercado global. A Bolsa de Valores de São Paulo dá continuidade à tendência de ontem, quando recuou 0,3%, e cai 0,93%, a 63.271 pontos, neste início de pregão, com Petrobras e Vale em queda, num dia de ajustes.
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Para hoje, a expectativa é de que os dólar permaneça em alta, apesar da pressão de baixa devida à repatriação de recursos e da . O texto passou com folga — foram 359 votos a favor — indicando força do governo de Michel Temer, indicando que o Planalto pode avançar com as reformas. A passagem da pauta, contudo, já estava “precificada” pelos mercado, com a valorização da Bolsa.
— Os mercados locais tendem a passar por um dia mais fraco, com Bolsa em baixa e pressões altistas em dólar e juros futuros. O dia é de ajustes — diz Ignacio Crespo, economista da Guide Investimentos.
No acumulado do mês, o dólar já acumula recuo de 4,6% contra o real. No mercado internacional, a divisa está em queda. O Dollar Index Spot, que compara a moeda americana com outras dez divisas globais, está em queda de 0,21%.
Na Bovespa, Petrobras cai 1,77% no papel PN (preferencial, sem direito a voto), a R$ 17,68. Vale devolve parte dos ganhos de ontem e recua 2%, a R$ 20,92.
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Os mercados chineses tiveram a maior queda em uma semana nesta quarta-feira, parcialmente devido às preocupações com a liquidez mais apertada que elevaram os rendimentos dos títulos, com uma correção nas ações do setor de recursos básicos compensando a força nos setores de saúde e consumo.
O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, caiu 0,35% e o índice de Xangai teve queda de 0,46%.
Embora a preocupação com a depreciação do iuan tenha diminuído nesta quarta-feira, há temores sobre a liquidez mais apertada, uma vez que os rendimentos dos títulos chineses de dez anos se elevaram pelo terceiro dia.
O restante da região também apresentou perdas, seguindo os passos dos mercados americanos, que recuaram com resultados empresariais decepcionantes.
O índice MSCI, que reúne ações da região Ásia-Pacífico com exceção do Japão, tinha queda de 0,84%. Entretanto o índice japonês Nikkei reverteu as perdas anteriores para fechar com ganho de 0,15% devido ao iene.
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