Contribuição mensal do MEI sobe: entenda os novos valores e impactos
A contribuição mensal do Microempreendedor Individual (MEI) será reajustada no início de 2026, seguindo o novo salário mínimo de R$ 1.621. O valor-base corresponde a 5% do piso nacional e garante acesso aos benefícios da Previdência Social, como aposentadoria, auxílio-doença, salário-maternidade e pensão por morte.
Para os MEIs comuns, a contribuição passa de R$ 75,90 para R$ 81,05 mensais. Já os profissionais da área de transporte, como os caminhoneiros, terão cobrança de R$ 194,52 por mês. Além disso, empreendedores que recolhem ICMS, ligados a comércio e indústria, pagarão R$ 1 adicional, enquanto atividades sujeitas ao ISSQN, como serviços, terão acréscimo de R$ 5.
No total, os MEIs regulares pagarão entre R$ 81,05 e R$ 87,05, dependendo da atividade. Caminhoneiros contribuem entre R$ 194,52 e R$ 200,52, conforme tipo de carga e destino. Os pagamentos são realizados via Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS), que unifica tributos federais e contribuições previdenciárias.
O vencimento do DAS permanece no dia 20 de cada mês e pode ser emitido pelo Portal do Simples Nacional ou pelo aplicativo App MEI, disponível para Android e iOS. O recolhimento pode ser feito por boleto, PIX, débito automático ou outras opções oferecidas por instituições financeiras credenciadas.
Especialistas destacam que o pagamento regular garante cobertura previdenciária completa ao microempreendedor. Entre os principais direitos estão a aposentadoria por idade ou invalidez, auxílios-doença e reclusão, pensão por morte e salário-maternidade, assegurando proteção social e segurança financeira mesmo para pequenos negócios.
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