Mania do governador de culpar os outros pelos seus erros Mania do governador de culpar os outros pelos seus erros

Mania do governador de culpar os outros pelos seus erros

Por Portal do Holanda

17/09/2020 20h21 — em De olho na Política

O governador Wilson Lima ainda não saiu do transe que tomou conta dele depois da vitória em 2018. Ainda hoje joga a culpa pela saúde nos governos passados. A verdade é que ainda não aprendeu a governar e finge inocência do que aconteceu nestes 21 meses que está na cadeira. 
Trata a malversação de recursos públicos e ações criminosas em seu governo, que constam no processo corrente no STJ e na CPI da Saúde, como coisas do passado ‘dos outros’. 
E como agora pretende ampliar seu poder elegendo novos aliados para a prefeitura de Manaus, procura ‘limpar’, no discurso, a mancha de seu governo obscuro e cheio de mazelas.

PÓLO ESVAZIADO

Grandes marcas continuam a deixar o Polo Industrial de Manaus, reduzindo faturamento, arrecadação e oferta de empregos. Em mais de meio século da ZFM, o governo não consolidou a segurança jurídica e nem construiu um horizonte novo para o modelo. 
Hoje 11 candidatos querem governar a cidade que detém, com este modelo anacrônico, 93% do PIB do Amazonas. Quem está preparado para quebrar esse ciclo de imobilismo?

CONSPIRANDO

Na teoria política, “se o adversário é forte, vamos cortar suas forças”. Ontem mais um ex-aliado de confiança de Amazonino bandou para o governo. João Coelho Braga, o Braguinha, assumiu a Suhab. Antes Lourenço Braga Junior fora nomeado para a Casa Civil. 

FAZENDO BEICINHO

Dois representantes da ‘nova política’, que  criticavam as picuinhas, entraram na disputa pela prefeitura de Manaus arengados e fazendo beicinho até com as patentes militares que ostentam. Estão apenas mostrando que a caserna nunca foi um mar de rosas.

DEMOCRACIA E RET4OCESSO

A Democracia, inventada pelos gregos antigos, sofreu na última década um retrocesso brutal no mundo. Nos 4 anos finais a ascensão da extrema direita nos EUA, Leste europeu e Brasil promoveram um forte ‘desequilíbrio’ na composição de forças políticas no Ocidente. 
Como na propaganda nazista, a mentira, agora fake news, domina o vocabulário dos líderes políticos. “Um chamado para defender a democracia” é mais que urgente e necessário.