De acordo com a secretaria, o terreno era da Companhia Docas do Rio de Janeiro (CDRJ), foi cedido para a Companhia de Desenvolvimento Urbano da Região do Porto e não poderia ser usado como estacionamento. Enquanto Alex Costa dava declarações, Eduardo Fauzi, que afirma ser procurador do dono do terreno, gritou "é mentira", aproximou-se do secretário e desferiu o tapa. Fauzi foi preso por guardas municipais e conduzido à 4ª Delegacia de Polícia (Praça da República). Alex Costa fez exame de delito em um hospital. Após a desapropriação, caminhões da secretaria começaram a despejar pedras no terreno, para iniciar obras.

