O clima do Festival de Parintins vai invadir a capital amazonense antes da hora. No próximo sábado, 30 de maio, a Arena da Amazônia recebe a quinta edição do Arena Planeta Boi 2026, o maior evento preparatório para a disputa entre Caprichoso e Garantido fora da Ilha Tupinambarana. A expectativa da organização é atrair um público de cerca de 35 mil pessoas para uma noite de imersão total na cultura nortista.
A edição deste ano promete ser histórica, especialmente pela ousadia na programação musical. Pela primeira vez, a Amazonas Jazz Band subirá ao palco para apresentar releituras exclusivas de toadas tradicionais, com arranjos sofisticados assinados pelo maestro Ênio Prieto.
A modernidade também ganha espaço com o grupo Bumba Beat, que mistura a cadência do boi-bumbá com sonoridades contemporâneas. Para garantir a tradição e a emoção na arena, vozes femininas consagradas do festival estão confirmadas: Márcia Siqueira e Julieta Câmara defendem as cores do Garantido, enquanto Mara Lima e Paula Gomes comandam a constelação do Caprichoso.
O espetáculo ainda promete recriar momentos icônicos da cultura parintinense, como as tradicionais festas do Boi de Rua e da Alvorada , adaptadas para o estádio por meio de intervenções cênicas, efeitos especiais e cortejos coreográficos.
Mais do que um show, o Arena Planeta Boi se consolidou como um motor econômico para Manaus, aquecendo os setores de hotelaria, gastronomia, turismo e a economia criativa.
“Hoje o evento se tornou um grande encontro em torno da identidade cultural amazônica. Existe uma movimentação muito forte de turistas, empresas e marcas que enxergam nesse momento uma oportunidade de conexão com a cultura da região”, destaca Valdo Garcia, da organização do evento.
Para abraçar os visitantes de todo o Brasil, a estrutura deste ano foi ampliada. O público contará com espaços instagramáveis, cenografia temática e experiências sensoriais espalhadas por todo o estádio. Um dos destaques visuais será o camarote da Amazon Best, decorado com uma identidade própria inspirada na histórica Ilha do Marapatá, unindo iluminação artística e vegetação cenográfica em uma homenagem à entrada fluvial de Manaus.



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