"Eu, como presidente do partido, não tenho esse relatório. Se a Polícia Federal está fazendo um trabalho investigativo e, sendo o trabalho procedente, isso vai gerar um relatório para o corregedor-geral do Estado, Gustavo Ungaro", disse. "De posse da materialidade de fatos concretos, (o governo do Estado) deve tomar as medidas para defender o interesse do Estado e cobrar o ressarcimento de alguém que possa ter gerado prejuízos de forma ilícita ou inescrupulosa."
O criminalista Cláudio Mariz de Oliveira, advogado do o ex-secretário de Energia e vereador Andrea Matarazzo, disse que "era humanamente impossível que Matarazzo tivesse ingerência administrativa de todas as empresas" citadas. Matarazzo foi acusado de corrupção passiva. A Alstom informou, em nota, que não foi informada da investigação. "Nesse contexto, a Alstom não comentará o artigo publicado", diz o texto. Os demais empresários e servidores públicos citados pela Polícia Federal no caso não foram localizados.



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