A categoria reivindica 19% de aumento e Paes ofereceu 15,29%. Ele também se comprometeu a encaminhar para votação na Câmara Municipal em 30 dias o plano de cargos e salários, abonar os dias parados, devolver os valores descontados e reduzir a carga horária dos funcionários administrativos de 40 para 30 horas.
Durante a assembleia, dez professores defenderam o fim da greve e outros dez se declararam favoráveis à manutenção dela. Os pedidos ainda pendentes, que fizeram a categoria manter a greve, são o fim da meritocracia, a criação do sexto tempo de aula (hoje são cinco) e a mudança de metodologia pedagógica. De acordo com o sindicato, a autonomia dos professores é reduzida pelas metodologias aplicadas na rede municipal.
Em nota, a administração municipal afirma que ficou surpresa com a decisão da categoria de manter a greve, uma vez que "na última reunião (...), o sindicato e a prefeitura do Rio chegaram a um acordo". "Ambas as partes assinaram ata com todos os itens firmados. (...) A prefeitura lamenta que os alunos sejam prejudicados."

