"É muito importante receber a visita do papa. Todo mundo vai ter muita responsabilidade, será um evento de grande participação democrática, serena, religiosa", afirmou o ministro, ao chegar ao Palácio Itamaraty para participar da 41ª Reunião Ordinária do Pleno do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES).
Conforme informou nesta quarta o jornal O Estado de S. Paulo, a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) vê as manifestações nas ruas como a maior "fonte de ameaça" à visita do papa Francisco, tanto no Rio de Janeiro como em Aparecida (SP). O alerta estava exposto em um painel de informações na Abin, em Brasília, durante visita aberta a jornalistas, no qual apareciam seis "fontes de ameaça" para o Rio: incidentes de trânsito, crime organizado, organizações terroristas, movimentos reivindicatórios, grupos de pressão e criminalidade comum. O maior nível de preocupação é com os chamados "grupos de pressão", como os protestos difusos, sem lideranças.
