Assim como em 2020, o país não terá horário de verão, prática de adiantar o relógio por alguns meses, com o objetivo economizar de energia nas regiões que mais recebem luminosidade solar nesse período do ano.
O encerramento, do horário usado no Brasil de 2008 até 2018, partiu do presidente Jair Bolsonaro, após estudo do Ministério de Minas e Energia apontar que, com o fim dele, o consumidor teria uma economia de R$ 100 milhões.
"Nos últimos anos, com as mudanças no hábito de consumo da população e a intensificação do uso do ar condicionado, o período de maior consumo diário de energia elétrica foi deslocado para o período da tarde, quando o horário de verão não tinha influência. Como a luz traz consigo o calor, o horário de verão também passou a produzir um efeito de aumento de consumo em determinados horários, que já superavam seus benefícios", explicou o Governo em nota na época.


