O sócio de uma empresa de turismo, a guia e o motorista que levaram a turista Esperanza Ruiz Jimenez, de 67 anos para a Favela da Rocinha no Rio de Janeiro, podem ser indiciados pelo pela morte espanhola durante um passeio no local na última segunda-feira (23).
De acordo com a delegada Valéria Aragão, o trio sabia da atual situação de conflitos e violência na favela e ainda assim, teria colocado a vida da vítima em perigo. A mulher morreu após ser baleada no pescoço enquanto estava dentro do carro com outros dois turistas.
Em depoimento os espanhóis alegaram que não foram informados que a Rocinha era uma área vermelha. Após o episódio, o governador do Rio, Luiz Fernando Pezão disse que está tomando medidas pra que o acesso de agência de turismo às favelas sejam controlados e monitorados.
