Um pedido de cassação contra Whelliton Silva (PL), denunciado por estupro, "rachadinha" e abuso de autoridade está sendo analisado pela Câmara dos Vereadores de Praia Grande, no litoral de São Paulo. O vereador, que é ex-jogador de Flamengo e Santos FC, rebateu as acusações e alegou ser vítima de armação política.
O pedido de cassação foi protocolado pela moradora Letícia Almeida Holanda de Albuquerque. Na denúncia, a mulher afirmou ter Síndrome de Borderline - transtorno de personalidade - e que o suposto estupro gerou um grave abalo psicológico, resultando em pensamentos suicidas e internação de urgência.
O pedido vai ser analisado por Cadu Barbosa (PTB), Hugulino Alves Ribeiro (PSDB) e Romulo Brasil Rebouças (Pode). O processo será arquivado, caso não haja julgamento até o citado prazo.
O vereador alegou que "infelizmente, é obrigado a essa altura da própria vida a passar por essa situação". Ele afirmou ser vítima de uma "armação política orquestrada por pessoas inescrupulosas que se aliaram à essa irresponsável".
O vereador diz que Letícia apresentou uma "denúncia descabida" 72 dias depois de afirmar ter sido estuprada. Segundo Whelliton, ela fez isso porque não foi nomeada assessora "por incompetência".




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