À CPI, Emanuela Medrades contestou a versão dos irmãos Miranda e do servidor William Amorim sobre a data de envio da primeira versão da invoice (nota fiscal) da Covaxin ao Ministério da Saúde.
A diretora relatou que a invoice foi enviada no dia 21 de março. Os irmãos e o servidor na CPI afirmaram que o envio foi no dia 18.
Ambos disseram que o documento tinha incoerências, inclusive, a prévia do pagamento adiantado de US$ 45 milhões a uma empresa em Singapura.
"Desafio o William Amorim e o Luiz Ricardo a provar que receberam no dia 18, porque não vão conseguir", disse Medrades ao sugerir ainda uma acareação entre eles.



