Em depoimento à CPI nesta terça-feira (14), o advogado Marcos Tolentino negou que seja 'sócio oculto' da FIB Bank e que tenha auxiliado nos trâmites entre a Precisa Medicamentos e o Ministério da Saúde.
"Eu, Marcos Tolentino, não possuo qualquer participação na sociedade. Não sou sócio, como veiculado por algumas matérias”, disse em sua defesa.
A empresa ofereceu uma carta-fiança de R$ 80,7 milhões no contrato firmado entre a Precisa e o Ministério da Saúde para a compra da Covaxin.


