Um mulher de 50 anos, natural do Congo, que morreu desnutrida teve um feto alojado em seu abdômen por quase nove anos. A informação foi divulgada nesta semana pela revista científica BMC Women's Health. O caso aconteceu nos Estados Unidos.
De acordo com a publicação, ela já havia se consultado com médicos nos Estados Unidos, já havia reclamado de de cólicas estomacais, indigestão e um som estranho depois de comer.
Exames mostraram que ela tinha um feto calcificado, também conhecido como "bebê de pedra", alojado dentro dos seus intestinos, o que a estava causando obstrução intestinal grave e subseqüente desnutrição.
Para os médicos, ela contou que havia tido um aborto espontâneo, e acreditou que o bebê havia saído totalmente. Ela atribuiu ainda o aborto a um feitiço de uma bruxa.
No entanto, a este fenômeno é dado o nome de litopédio, registrado 290 vezes em toda a história, e que ocorre quando feto começa a se desenvolver no abdômen e não no útero, fazendo com que ele se calcifique e "vire pedra" e absorve os nutrientes da mãe.
A mulher morreu 14 semanas depois do caso ser descoberto.



