Durante viagem de férias à Grécia, Kirsty Koorts deixou que Teigan, a filha de 13 anos, ganhasse uma tatuagem provisória no antebraço esquerdo. Dois dias após, o local da tatuagem de henna começou a coçar e a desenvolver queimaduras. A menina teve uma forte alergia ao produto e logo veio uma infecção.
Segundo o ‘Metro’, um mês depois, Kirsty ouviu dos médicos que a cicatriz no antebraço da filha pode durar toda a vida.

A henna preta é um produto químico, que já foi proibido em alguns países por causa do risco de reação. Sua principal substância, a P-fenilenodiamina, é comumente encontrada em tinturas para cabelo.
A mãe da vítima deixou um alerta a outros pais depois do que a sua filha sofreu. O caso aconteceu em Evesham, na Inglaterra.




