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Tucanos podem marchar com Serafim

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Por Holanda
14/10/2011 23h43 — em Coluna do Holanda

O ex-senador Arthur Neto (PSDB) não será candidato a prefeito de Manaus.  Também não  disputará uma vaga na Câmara de Vereadores, como querem alguns tucanos. Arthur não vê razões para "descer de posto", quando tem pela frente uma disputa no TSE que pode resultar na cassação da senadora Vanessa Grazzioton(PC do B). Se isso ocorrer, a vaga no Senado (que o ex-senador diz que foi surrupiada na eleição passada)  será sua.

Um tucano falando grosso

A possibilidade de o PSDB marchar com o PSB, do ex-prefeito Serafim Correa, é grande. Serafim e  Arthur têm conversado sobre o assunto, mas essa é uma ideia que encontra resistência na base tucana. O vereador Paulo de Carli, que acaba  de colorir o bico, quer ser o candidato do PSDB.  E já entrou na sigla falando grosso.

pesadelos de Praciano

Bem cotado nas pesquisas de intenção de votos, o deputado Fancisco Praciano está assistindo a mudança de sonho para  pesadelo o seu desejo de ser candidato a prefeito de Manaus. O PT, dividido entre apoiar um candidato do grupo do governador Omar Aziz e a reeleição do prefeito Amazonino Mendes, está esquecendo do parlamentar e o que representaria uma candidatura própria à prefeitura  da cidade nas eleições de 2012. Um cargo ali, um agrado acola, estão deixando o partido sem identidade.

A noiva

Cortejado para ser vice na chapa do prefeito Amazonino Mendes(PDT) e desejado pelo senador Eduardo Braga(PMDB), o vereador Hissa Abrahão  (  138.281 votos como candidato a governador nas eleições de 2010) é um dos politicos mais cobiçados do momento.  O problema de uma união com Braga ou Amazonino Mendes é o próprio PPS, partido do vereador, que a nível nacional está mais próximo do PSB.

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Uma eventual composição do PPS com o PSB, que não está descartada, empurrará Hissa para os braços de um noivo que ele não deseja: o ex-prefeito Serafim Correa.

Quem traiu mesmo

O deputado Marcelo Ramos (PSB) diz que quanto mais ele tem informações sobre o escândalo da Amazonprev, maior fica sua percepção de como “os interesses do Estado foram traídos por quem deveria defendê-los”. O deputado acrescenta que o governador Omar Aziz deveria punir seus subordinados . O dedo de Marcelo é apontado para o procurador -  geral do Estado, Frânio Lima.

Praciano inconformado

Coordenador da Frente Parlamentar Mista de Combate à Corrupção, o deputado federal Francisco Praciano (PT) não se conforma com a eclosão de movimentos anticorrupção refratários à participaçãp de políticos. Diz Praciano que “estão demonizando o Congresso”. Conforme o deputado, não existe movimento democrático de sucesso sem a participação do Congresso, porque, explica Praciano, “o povo tem que gritar e o Congresso tem que ouvir.” Então, pelo visto, chegou a hora de os políticos ouvirem, mesmo.

Sem largar o osso

A Justiça Federal negou pedidos de 11 funcionários terceirizados da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa), em mandados de segurança, para permanecerem prestando serviço na instituição. Os servidores eram contratados pela Fundação Centro de Análise, Pesquisa e Inovação Tecnológica (Fucapi) e tinham vínculos de companheirismo ou de parentesco com os servidores da Suframa em função de confiança ou cargos comissionados, o que configura o nepotismo. Esse povo é confiado, mas essa do ‘companheirismo’ é coisa nova e criação do MPF.

Lei do Braga

A assessoria do senador Eduardo Braga (PMDB) distribuiu material, nesta quinta-feira, onde o senador continua a defender que a lei 12.507/2011, originada da MP 534/2011, que isentou a produção de tablets de PIS e Cofins em todo o país, é boa para indústria do PIM. Diz o senador que suas emendas salvaram “a indústria de televisores e aparelhos celulares instalada no Pólo Industrial de Manaus.”  Falta Braga convencer os amazonenses, que aliás são seus eleitores...


 

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Raimundo de Holanda é jornalista de Manaus. Passou pelo "O Jornal", "Jornal do Commercio", "A Notícia", "O Estado do Amazonas" e outros veículos de comunicação do Amazonas. Foi correspondente substituto do "Jornal do Brasil" em meados dos anos 80. Tem formação superior em Gestão Pública. Atualmente escreve a coluna Bastidores no Portal que leva seu nome.

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