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A polícia não pode tratar os "iguais" desigualmente. A quadrilha de empresários deveria ter sido presa, os nomes de seus integrantes divulgados e os envolvidos denunciados à justiça.
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Que polícia é essa que confessa, em entrevista de delegados à imprensa, que empresários que saiam com menores sofriam extorsão e não prende esses empresários, tão criminosos quanto aqueles que condicionavam manter o silêncio em relação ao crime que estes cometiam a concessão de um valor em dinheiro ?
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O judiciário é cheio de falhas, os juizes têm seus vícios. Mas no caso envolvendo os três elementos, identificados como sendo o soldado da Polícia Militar Álvaro Brasil Santiago,o autônomo Mizael da Silva Lima e o funcionário da prefeitura de Parintins Éden Silva Noronha ( noticiado aqui no portal), cumpriu seu papel. A liberdade deles pode doer - e dói - foi um tapa na cara de todos os cidadãos - mas é didática:
Orgia no Rio Negro e em Motéis
A polícia existe para proteger a sociedade e não deve fazer distinção entre um soldado que faz extorsão e um grupo de empresários que age nas sombras, violando o ECA ( Estatuto da Criança e do Adolescente) em orgias com meninas ainda menores em barcos no Rio Negro ou nos motéis de Manaus.
Braga insiste em Flávia
O ex-governador Eduardo Braga não tem cedido ao argumento de que precisa indicar um nome para substituição da superintendente da Suframa, Flávia Grosso. Braga quer manter Grosso no cargo, apesar da ameaça de sua substituição por um técnico ligado ao Ministério do Desenvolvimento. O cargo é uma espécie de moeda de troca entregue pelo governo Dilma ao PMDB. Mas paciência tem limites.
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A permanência de Grosso na Suframa é considerada insustentável depois que seu nome apareceu envolvido em denúncias feitas pelo Ministério Público Federal que relacionam a superintendente a casos de corrupção no órgão.
Por falar em Braga...
Por falar em Braga, ninguém acreditava que o ex-governador, agora senador, se adaptasse ao ritmo de Brasilia. Quem apostou que ele não acordaria cedo, errou. Braga, quando não aparece em plenário, está nos ministérios, segundo assessores, trabalhando pelo Amazonas.
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O senador já apareceu no Jornal Nacional - o sonho de todo politico. É verdade que foi uma aparição meio forçada, estranha para os padrões da Globo, mas apareceu.
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O fato é que Braga acorda cedo e dorme tarde. Está mudando.O que é bom.Só o velho e conhecido mau humor continua o mesmo de sempre.
O ingresso de Carlos Souza no PSD
O ingresso do deputado Carlos Souza no PSD foi comunicado com antecedência ao presidente do PP, Francisco Garcia, e lembrado ontem durante solenidade na Assembleia Legislativa pelo governador Omar Aziz.
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Garcia, ouvido pela coluna, disse que o PP é da base aliada do governo e que não seria obstáculo para o fortalecimento politico do governador, que sai de um partido menor, o PMN e ingressa numa sigla com dimenses nacionais.
O recado de Aziz
O governador Omar Aziz deixou um recado durante o lançamento do PSD em Manaus: "Não é o partido que consolida lideranças, mas o trabalho de quem está à frente do governo". Omar lembrou a Sérgio Kassab que o Amazonas deve ter seus interesses registrados no regimento do PSD.
A bela
O deputado Silas Câmara conseguiu fazer o governador Omar Aziz ficar ruborizado, no evento de lançamento do PSD em Manaus, neste domingo. Ele disse, com todas as letras, que Nejmi Aziz é a primeira dama mais bonita do Brasil. Silas poderia ter repetido Vinicius e dito: "que as feias me desculpem, mas a beleza é fundamental".
Telecomunicação municipal
A prefeitura de Manaus bem que poderia usar sua força como usuária dos serviços de telecomunicação para exigir da Oi melhor qualidade no atendimento das necessidades da população. Em doze meses o município vai gastar R$ 2,53 milhões, dos quais R$ 2,012 já estão empenhados. Afinal, não é todo dia que uma operadora tem a garantia de um contrato desta envergadura. Mesmo assim, até onde se sabe, nada se falou a respeito. Quer dizer, o município contrata, paga, e fica por isso.
Coluna do Holanda
Raimundo de Holanda é jornalista de Manaus. Passou pelo "O Jornal", "Jornal do Commercio", "A Notícia", "O Estado do Amazonas" e outros veículos de comunicação do Amazonas. Foi correspondente substituto do "Jornal do Brasil" em meados dos anos 80. Tem formação superior em Gestão Pública. Atualmente escreve a coluna Bastidores no Portal que leva seu nome.



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