Maria do Perpétuo Socorro Coelho Feijó, viúva do policial civil Raylen Caldas Gomes, morto com um tiro no rosto pelo empresário Leandro do Nascimento Guerreiro, dia 2 de dezembro de 2009, ingressou com ação de indenização contra o empresário. Ela esta pedindo R$ 4 milhões, por danos morais e materiais. A indenização é solicitada em favor de seus três filhos menores, que ficaram órfãos com a morte do pai.
Entenda o caso
O policial civil Raylen Caldas Gomes foi morto em 2 de dezembro de 2009 depois de uma discussão com vigilante Francisco Augusto Vieira Magalhães, dentro da loja Word Micro, localizado no Boulevard Amazonas. O autor do crime, empresário Leandro Guerreiro, teria atirado a sangue frio no policial, depois de sair de sua sala e se deparar com Raylen.

