Para sair da lista negra que será enviada pelo Tribunal de Contas do Estado ao Tribunal Regional Eleitoral, o vereador Joaquim Lucena (PSB) tentou se livrar de uma multa de R$ 4.934 e da acusação de ter cometido irregularidade na administração do Fundo Municipal de Assistência Social, quando era seu presidente, mas o Pleno negou provimento ao recurso do parlamentar, mantendo o acórdão que reprovou as contas dele, exercício 2007.
O Pleno acompanhou em unanimidade o conselheiro substituto Mário José de Moraes Costa Filho, relator da matéria. Mário afirma em seu relatório que o atual vereador, quando teve oportunidade de defesa no processo principal, não revelou interesse pelos autos, tendo sido considerado revel pelo conselheiro Júlio Cabral, ã época relator das contas.
De acordo com Mário Filho, Joaquim apresentou defesa apenas no recurso de reconsideração, mas nada que pudesse mudar o acórdão que reprovou as suas contas.
