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Servidores da Seduc participam de curso de Linguagem de Sinais

Servidores da Seduc participam de curso de Linguagem de Sinais
Servidores da Seduc participam de curso de Linguagem de Sinais

A Secretaria de Estado de Educação recebe todos os dias em sua sede, localizada no bairro do Japiim, mais de 500 pessoas requisitando serviços diversos. Pensando em qualificar seu quadro funcional para atender com maior qualidade a todos os públicos, um grupo de servidores do órgão está recebendo capacitação em Linguagem Brasileira de Sinais. Prezando pela inclusão, a meta da Secretaria é oferecer um atendimento rápido e de excelência a deficientes auditivos.
 
A iniciativa atende o que preceitua a lei nº 10.436/2002, que reconhece a Linguagem Brasileira de Sinais como meio legal de comunicação e expressão das comunidades surdas brasileiras.

Com carga horária de 80h, o curso é dirigido pela Gerência de Atendimento Educacional Específico da Seduc e está capacitando, inicialmente, 30 servidores do órgão.
 
O objetivo, segundo a gerente de atendimento educacional específico, Hortência Macedo, é melhorar o atendimento a este público. “Além da comunidade, a rede pública estadual de educação conta com professores e alunos com surdez. Projetamos este curso para qualificar nossos servidores para atender com qualidade a todas as pessoas que nos procuram”, ressaltou a gerente, acrescentando que a formação em Libras é ministrada por professores especializados, que atuam na rede pública estadual.
 
De acordo com Hortência Macedo, inicialmente, foram priorizados servidores da instituição cujos departamentos possuem contato direto com o público. Servidores dos departamentos de Políticas e Programas Educacionais, de Gestão Escolar, do setor de Lotação, do Centro de Mídias e do Centro de Treinamento Padre José Anchieta são alguns dos participantes. “É o primeiro passo para aprimorarmos o atendimento”, frisou a gerente.

Participação
 
Há 12 anos atuando na sede da Seduc, a analista de sistema de Lotação Cirley Ribeiro, é uma das alunas do curso, ministrado três vezes por semana. Para ela, as aulas vieram para atender uma necessidade de todo o grupo. “Nós temos a obrigação de entender o que as pessoas precisam para poder ajudar. E tenho certeza que ao final do curso nós vamos conseguir dar mais assistência a essas pessoas”.
 
Na Gerência de Lotação, a também analista de sistema Ellen Karen Melo, que atende professores da rede que atuam no interior do Estado, também vê as aulas como uma oportunidade única e já pensa em continuar o estudo de Libras. “Saber lidar com deficientes auditivos é um diferencial no currículo de um profissional”, falou ao resumir a participação e o interesse pela língua.
 

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